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Beijada pelo Chefe no Baile de Máscaras romance Capítulo 275

Pela manhã Malu abriu os olhos, incomodada com a luz natural que atravessava a janela como uma lâmina brilhante.

A ressaca bateu forte.

Boca amarga. Cabeça latejando.

Sentou-se na cama com dificuldade, sentindo as pernas bambas e a garganta seca como papel.

Passou as mãos pelos cabelos completamente bagunçados, tentando lembrar como tinha ido parar ali.

Nada. Vazio absoluto.

A visão já tremulava, o estômago ameaçava protestar, e a única coisa que conseguiu pensar foi:

“Água. Jesus amado… água.”

Tropessando nos próprios pés, ela caminhou até a janela e puxou a cortina com certa violência, derrubando metade da luminosidade que queimava seus olhos.

Virou-se, pronta para se arrastar de volta à cama e renegociar sua existência.

E parou.

Congelou.

Cassio estava ali. Na cama de Francine. Dormindo tranquilamente.

Sem camisa.

Espalhado pelos lençóis como se fosse a própria capa da GQ — Edição Especial: Amigos do Noivo.

— Cassio??? — ela arfou, a voz saindo fina, estrangulada.

Ele abriu os olhos devagar, preguiçoso, com aquele ar de quem ainda estava parcialmente em outro plano espiritual.

Focou o olhar nela. Um sorriso sonolento surgiu no canto da boca dele.

— Eu tô sonhando? — ele murmurou, voz rouca de sono. — Que visão maravilhosa é essa?

Foi aí que Malu percebeu. Percebeu MESMO.

Ela estava só… de calcinha.

Nada de vestido.

Nada de corpo coberto.

Nada de dignidade.

O choque veio como um raio.

Ela tampou os seios com uma mão instintivamente, enquanto com a outra puxava o lençol da cama num movimento desesperado para se cobrir.

— O QUE VOCÊ TÁ FAZENDO NO MEU QUARTO?! — ela praticamente gritou, com a voz falhando no final.

Cassio piscou algumas vezes, sentando-se devagar, como quem acorda no meio de um terremoto.

— Ah, era óbvio que você ia se esquecer…

— COMO É QUE É?! — Malu arregalou os olhos, o coração disparando. — Você… você se aproveitou de mim sabendo que eu tava bêbada?!

— O quê?! — Cassio arregalou os olhos, completamente indignado. Ele se sentou tão rápido que quase caiu da cama. — Não! Claro que não! Do que você tá falando?!

Ela avançou, segurando o lençol contra o peito como um escudo medieval.

— ENTÃO ME EXPLICA POR QUE EU ACORDEI QUASE NUA, NO MEU QUARTO, COM VOCÊ SEM CAMISA DO MEU LADO!

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