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Beijada pelo Chefe no Baile de Máscaras romance Capítulo 289

Assim que Cássio entrou, Malu trancou a porta atrás dele e respirou fundo, tentando recobrar qualquer traço de autocontrole que ainda restava no corpo dela.

— Certo — ela disse, batendo palmas como uma general pronta para comandar um batalhão. — Você vai começar movendo essa mesa para cá.

Cássio arqueou uma sobrancelha.

— Gosto de mulher que sabe dar ordens.

— Fica quieto e empurra a mesa.

Ele riu, aquele riso grave, íntimo, que dava vontade de cometer pecados, e se posicionou atrás da mesa.

Malu se afastou alguns passos, ostensivamente profissional, mas com os olhos grudados nele.

Cássio flexionou levemente os joelhos, encaixou as mãos nas laterais da mesa e… puxou como se fosse feita de isopor.

A mesa deslizou pelo chão sem resistência alguma.

As veias dos antebraços dele saltaram, marcando o caminho até o bíceps.

O músculo tensionou sob a camisa escura com as mangas perfeitamente ajustadas.

O relógio caro brilhou sob a luz da janela.

E Malu engoliu seco.

“Meu Deus do céu… Quem é que empurra uma mesa desse tamanho como se fosse uma almofada?”

Ela tentou disfarçar, colocando as mãos na cintura.

— Isso aí… mais um pouco… isso, para. Perfeito.

Ele virou a cabeça ligeiramente, percebendo exatamente o que estava acontecendo.

— Quer que eu mova mais alguma coisa? — perguntou, com aquele sorriso enviesado que dava vontade de jogar uma almofada na cara dele.

— Você pode… hm… — Malu piscou, tentando lembrar o que vinha em seguida. — Ajudar com a mesa posta.

— Claro. — Ele aproximou-se do outro lado da mesa. — Mas você arruma melhor do que eu. Eu só sigo ordens.

Ela se inclinou sobre a mesa para esticar a toalha, passando a mão sobre o tecido para alinhar cada detalhe.

O short jeans subiu um pouco.

O cropped tombou a alça alguns milímetros.

Cássio engoliu o ar.

“Merda…”

Cada vez que Malu se debruçava, a coluna arqueava, o quadril definia uma curva perfeita, e o movimento suave do corpo dela parecia uma provocação coreografada.

O perfume dela, doce, leve, um toque de baunilha, subia sutilmente no ar.

Ele desviou o olhar para tentar se recompor, mas não adiantou.

A visão dela curvada sobre a mesa ficou gravada sob as pálpebras.

— Cuidado pra não babar — ela disse sem olhar, mas com um sorriso malicioso.

— Tem coisas que não dá pra disfarçar, Malu — Cássio devolveu, a voz grave o suficiente pra arrepiar ela inteira.

Ela fingiu que não ouviu.

Depois vieram as fitas, os arranjos altos e os pequenos detalhes na cortina.

— Eu vou subir na escada — Malu avisou. — Você fica aí e me passa as coisas.

— Ou eu fico aqui só… admirando a vista.

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