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Beijada pelo Chefe no Baile de Máscaras romance Capítulo 305

A Espanha recebeu as duas com sol quente, cheiro de rua viva e uma pressa bonita das pessoas que passavam.

Francine estava radiante, grávida e faminta, alimentada por t***s, paellas e elogios dos fotógrafos.

Malu estava encantada pelas ruas, pelas lojas, pelas comidas… e, aparentemente, pelas mensagens de Jonas.

A primeira chegou assim que o carro da produção parou diante do estúdio de fotos.

"Malu, você usava mais páprica ou mais cúrcuma no frango dos patrões? Estou achando que errei a mão."

Malu sorriu de lado.

Francine percebeu na hora.

— Quem é que já tá te fazendo sorrir assim a essa hora da manhã? — disse, descendo do carro com uma bolsa que valia o preço de um carro popular.

— Ninguém. É o Jonas.

— Ah, claro. — Francine cruzou os braços. — Mal saiu do Brasil e o chef já está carente.

Malu mostrou o celular:

— É dúvida de cardápio! No Brasil ainda nem deu horário do almoço. Ele deve estar adiantando o preparo.

Francine ergueu uma sobrancelha cética, mas deixou pra lá.

Dentro do estúdio, a sessão começou.

Fotógrafos dando instruções rápidas em espanhol, stylists correndo de um lado pro outro, maquiadores retocando brilho e delineado.

E Malu…

Malu num cantinho, sendo iluminada pela tela do celular.

"A propósito, qual era a marca daquele azeite que você escondia no armário e não deixava ninguém usar?"

Malu riu baixinho, tentando ser discreta.

Francine, no meio de uma pose elegante, viu o riso escondido.

— MALU! — ela implicou, sem perder o carão. — Eu tô aqui trabalhando enquanto você flerta com o cozinheiro!

Malu ficou vermelha.

— Não tô flertando! Ele tá perguntando de comida!

— Ah, claro, comida. — Francine fez bico enquanto o fotógrafo pedia mais “fuego no olhar”. — Daqui a pouco ele pergunta seu perfume e você diz que é pra temperar risoto.

Malu riu e bloqueou o celular.

A sessão prosseguiu.

E cada vez que Francine olhava para o lado…

Malu estava digitando. Sorrindo. Ou mordendo o lábio para conter uma risadinha.

Francine, ao ver a troca de mensagens, colocou as mãos na cintura com ar de mãe percebendo travessura.

— Malu… você não parou de sorrir para esse celular a tarde inteira. Pode confessar. Tá gostando dele.

— Não tô! — Malu rebateu mais rápido do que pretendia. — Quer dizer… ele é legal. E engraçado. Mas é só isso. É só que ele gosta de fazer piada sobre comida.

— Aham. — Francine apertou os olhos, desconfiada. — E eu sou a Beyoncé.

Malu empurrou o ombro dela, ambas rindo enquanto a equipe chamava Francine de volta.

O restante da semana correu entre trabalhos, passeios, jantares rápidos e longas caminhadas noturnas pelas ruas iluminadas de Barcelona.

Às vezes Jonas mandava fotos do almoço que preparou. Às vezes perguntava bobagens só para começar conversa. Às vezes enviava áudios curtos, com voz grave e suave, explicando histórias da Itália que ela veria pessoalmente em poucos dias.

E Malu…

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