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Beijada pelo Chefe no Baile de Máscaras romance Capítulo 308

Malu acordou antes do sol subir completamente.

O quarto ainda estava meio azulado, silencioso… e quente demais para ser ignorado.

Ela virou na cama, instintivamente buscando espaço e viu Cassio dormindo ao lado dela, uma calma rara no rosto, um braço jogado por cima do travesseiro como se tivesse tentado alcançá-la no meio da noite.

O coração dela fez aquele negócio bobo de tropeçar no próprio ritmo.

Mas ela afastou a sensação com um suspiro teimoso.

Levantou devagar, caminhou até o banheiro e tomou um banho rápido, tentando convencer o próprio corpo a acordar e, acima de tudo, a não reviver cada detalhe de algumas horas antes.

Quando saiu, amarrou o cabelo num coque improvisado e foi direto pra cozinha preparar café.

Passou o pó, ligou a cafeteira, separou leite e geléia, abriu os armários procurando alguma coisa para complementar o café da manhã.

O cheiro se espalhou pelo apartamento com aquela lentidão deliciosa de domingo, mesmo não sendo domingo.

Ela estava colocando as xícaras na mesa quando ouviu passos atravessando a sala.

Cassio apareceu encostado no balcão da cozinha.

Descalço.

Cabelo bagunçado.

Apenas de calça.

Com aquele corpo indecentemente talhado pela natureza e pela academia.

— Bom dia… — ele disse com a voz grave, ainda rouca de sono.

Malu quase deixou a colher cair.

— O que você está fazendo acordado tão cedo?

— Seguindo o cheiro. — Cassio respondeu, entrando devagar. — Você faz café como se quisesse seduzir metade do prédio.

Ele parou atrás dela, passou os braços pela cintura e a virou com facilidade para si, apoiando-se contra o balcão.

O beijo veio forte, inesperado, daqueles que roubavam ar e equilíbrio ao mesmo tempo.

Malu segurou nos ombros dele para não cair.

Os pés realmente saíram do chão.

Quando ele finalmente deu espaço para ela respirar, Malu falou entre risos ofegantes:

— A noite não foi suficiente pra você?

Cassio passou o polegar pelo canto da boca dela, ainda sorrindo daquele jeito que só ele sabia sorrir.

— Um adulto funcional precisa de no mínimo três refeições ao dia.

O olhar dela estreitou, sabendo exatamente o que ele queria dizer.

— Eu não tenho esse pique todo não… — ela brincou, empurrando o peito dele de leve.

— Pelo menos o café da manhã precisa ser reforçado. — Ele inclinou a cabeça, mordendo o próprio lábio como se estivesse se segurando.

Malu piscou.

— Você não vai se atrasar?

— Ser vice-presidente tem suas vantagens. — Ele ergueu uma sobrancelha. — Uma delas é não ter horário pra bater cartão.

— Engraçado… — Malu provocou. — Eu nem sou vice-presidente e também não bato.

Ele sorriu.

— Vamos bater outras coisas então.

E antes que ela pudesse dizer qualquer outra coisa, Cassio deslizou as mãos pela cintura dela e a puxou novamente, dessa vez mais lento, mais intenso, mais decidido.

O beijo que veio a seguir foi quase uma continuação da noite passada.

Uma segunda rodada.

Uma reafirmação.

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