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Beijada pelo Chefe no Baile de Máscaras romance Capítulo 313

A noite, como prometido, Cassio passou no apartamento de Malu apenas para buscá-la e irem jantar fora.

Enquanto Malu se arrumava, ele esperava na sala, mexendo no relógio, inquieto, claramente ansioso para contar como o almoço tinha terminado.

Do quarto, a voz dela ecoou:

— Temos dress code pra hoje?

— Você pode vestir o que quiser. — ele respondeu, sem pensar duas vezes.

Malu abriu uma frestinha da porta, ainda enrolada na toalha, só para dar uma espiada.

Cassio estava sentado no sofá, mas o visual era digno de uma reunião de acionistas em Dubai: camisa social azul-marinho com as mangas dobradas até o antebraço, relógio caro, calça de alfaiataria impecável, sapatos que refletiam a luz da luminária.

“Formal. Nada de vestidinho florido hoje.” pensou.

Ela abriu o guarda-roupa e puxou um vestido terracota que abraçava o corpo, ajustado até a cintura, descia firme até os joelhos e, de repente, se abria num lascado lateral que revelava a coxa, elegante, mas mortífero. A região do busto era feita por duas faixas que se encontravam no pescoço, formando uma abertura estratégica no centro dos seios.

Malu deu um giro diante do espelho.

— Como diria Francine… sexy sem ser vulgar.

Quando saiu do quarto, Cassio se levantou no mesmo instante e quase perdeu o equilíbrio.

— Tem certeza que quer sair? — ele perguntou, aproximando-se igual a uma mariposa atraída pela luz. — Porque do jeito que você tá vestida… é mais fácil eu te jogar no sofá e a gente ficar por aqui mesmo.

Ele afastou uma mecha solta do cabelo dela e a puxou para um beijo ardente.

— Eu quero sair sim — Malu riu assim que ele largou ela, já puxando o braço dele. — Inclusive, tô morrendo de fome.

Cassio deu um tapa leve na bunda dela, empurrando de forma brincalhona:

— Então vai na frente, general… pra eu poder apreciar essa vista maravilhosa.

O caminho até o restaurante foi rápido e cheio de risadas, provocações e olhares que diziam mais do que qualquer frase.

Mas, quando Malu entrou no salão, a respiração falhou.

Era como entrar em outro mundo.

Luzes âmbar, baixas. Arranjos discretos de oliveira sobre toalhas de linho bege. Um violonista tocando algo suave e delicado o bastante para suspender o tempo. Mesas conversando baixo, quase num murmúrio educado, como se falar alto ali fosse um pecado social.

— Não se assusta — Cassio murmurou ao lado dela, sorrindo com aquele charme preguiçoso. — É só um restaurante.

Malu assentiu, num sorriso contido, como se temesse quebrar o encanto do ambiente.

O garçom serviu o vinho, e Cassio aproximou discretamente a perna da dela, criando uma conexão silenciosa que fez Malu engolir o ar.

— Eu acho que não vou esperar chegar em casa — ele sussurrou, inclinando-se de leve. — Deve ter algum cantinho aqui onde eu consiga te deixar maluca.

— Você vai me deixar maluca se continuar pensando nisso e não se concentrar no jantar. — ela retrucou.

Ele riu aquele riso indecente, de perigo anunciado.

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