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Beijada pelo Chefe no Baile de Máscaras romance Capítulo 56

Depois do susto com o roubo da bolsa, Francine e Malu decidiram fazer uma pausa.

O coração ainda estava acelerado e as pernas, bambas. Um restaurante acolhedor na esquina pareceu o abrigo perfeito.

— A gente precisa de comida, de água com gás e de paz — Malu decretou, já puxando a cadeira.

— E talvez de um novo plano de vida — Francine suspirou, afundando no assento.

Enquanto esperavam os pedidos, ela finalmente soltou o que estava engasgado:

— Malu, eu não vim só passear. Eu precisava conversar com você. O que disse ontem era sério. Quero ir pra Paris.

— Paris… pretende participar na Paris Fashion Week?

Francine assentiu.

— É a chance de mudar tudo. Mostrar quem eu sou.

Malu estreitou os olhos, prática:

— E quanto você tem?

— Não muito. Mas o suficiente pra ir. Só que lá… eu teria que arrumar um bico pra conseguir me manter por um tempo.

Antes que Malu pudesse responder, o som da porta de entrada chamou atenção. Uma voz familiar falava ao telefone.

— Francine... não olha agora, mas o senhor Dorian acabou de entrar no restaurante.

— Mentira! — ela sussurrou, já se virando num reflexo imediato.

— Eu falei pra você não olhar!!

— Foi automático, Malu, desculpa…

Dorian já havia a visto. Sorriu, aquele sorriso de canto que misturava charme e controle, e veio direto em direção à mesa.

— Posso acompanhar as duas?

Malu arregalou os olhos, entre surpresa e encantada:

— Senhor Dorian! Que coincidência! Claro que…

— Não!! — Francine cortou, firme.

Dorian arqueou uma sobrancelha, ainda sorrindo. Antes que ele dissesse qualquer coisa, Francine se levantou de súbito e puxou Malu pelo braço.

— Nós já estávamos de saída. Bom apetite.

— Francine, o nosso prato nem chegou ainda… — Malu sussurrou ao pé do ouvido.

— Melhor a gente ir antes que ele sente.

Mas era tarde. O garçom apareceu com os pratos das duas, obrigando Francine a voltar ao lugar, resignada.

Dorian não precisou pedir nada. Aquele era o restaurante onde sempre almoçava quando estava na empresa. Bastou um aceno discreto e o garçom entendeu tudo.

Ele se acomodou à mesa sem cerimônia.

— Às vezes é bom ter companhia pra comer. Estou sempre sozinho. Tanto na mansão… quanto aqui.

Francine ergueu uma sobrancelha, provocadora:

— Por que será, né? Talvez porque você seja um milionário ocupado demais pra conhecer outras pessoas…

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