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Beijada pelo Chefe no Baile de Máscaras romance Capítulo 77

Francine rolava pela cama, o lençol enroscado entre as pernas e o celular firme nas mãos.

A tela piscava, iluminando o quarto no escuro. Nenhuma notificação. Nenhuma mensagem. Nada.

Ela bufou e largou o aparelho no travesseiro ao lado.

Tentou se convencer de que não estava esperando nada, que Dorian provavelmente só estava ocupado… ou dormindo… ou em reunião com algum bilionário entediante que usava suspensório e falava devagar.

Mas não colou.

Francine tinha revisado mentalmente cada segundo do abraço com Filipe e, principalmente, o momento exato em que largou o coitado ao ver o carro preto entrando pela mansão.

Dorian tinha visto. Dava pra ver nos olhos dele. Aquela frieza súbita, aquele cumprimento mecânico… ela conhecia bem.

“Droga.”

Sentou-se na cama e agarrou o travesseiro contra o peito.

“Será que peguei pesado? Será que ele achou que era… alguma coisa com o Filipe?”

Olhou pro celular de novo. Nada.

“Tá. Então agora vai fazer a egípcia.”

Francine mal tinha se ajeitado de novo na cama quando ouviu o rangido discreto da cama ao lado.

— Vai ficar rolando de um lado pro outro esperando uma mensagem ou vai mandar uma mensagem você mesma? — Malu virou-se pra Francine já com a sobrancelha arqueada no modo “cutucando onça com vara curta”.

Francine virou o rosto devagar, como quem encara uma ameaça.

— Que isso, FBI? Você fica me vigiando agora?

— Não precisa. O drama não me deixa dormir. Parece que tem uma alma penada deitada nesse quarto.

Francine bufou, puxando o cobertor até o queixo.

— Ele não mandou nada. Nem uma figurinha de bom humor. Nada.

Malu se sentou na cama com toda a falta de delicadeza possível.

— E você acha que vai mudar isso assistindo o “online” dele no W******p?

Francine fingiu que não ouviu, mas o olhar culpado entregava tudo.

— Manda logo um “oi sumido” com carinha safada e vê no que dá. Ou então assume que gosta dele e para de jogar com o próprio fígado.

Francine virou de barriga pra baixo e gritou contra o travesseiro:

— Eu ODEIO quando você tem razão!

Malu só deu de ombros e virou novamente para o lado da parede se cobrindo até o ouvido com o cobertor:

— Mas você AMA um certo homem frio, né?

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