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Beijada pelo Chefe no Baile de Máscaras romance Capítulo 90

Francine estava servindo o jantar quando ouviu o som metálico de um talher batendo no chão. Olhou na direção dele e viu Dorian observando-a com calma.

Pegou um novo garfo e o colocou diante dele, mas, ao se abaixar para recolher o que havia caído, sentiu a presença dele quase sufocante:

— Espero você mais tarde para a faxina pesada no meu quarto — murmurou Dorian, perto demais do ouvido dela, a voz baixa e grave.

Francine levantou-se calmamente, olhando firme para ele, como se nada tivesse acontecido, tentando segurar o sorriso que se formava no canto da boca. Falhou miseravelmente.

— Sim, senhor. — foi tudo que conseguiu responder.

Quando encerrou o expediente, Francine seguiu direto para o próprio quarto, deixando a porta encostada caso Malu chegasse.

Ligou o chuveiro e deixou a água quente escorrer pelos ombros, tentando relaxar mesmo que o coração ameaçasse fugir pela boca. Ao sair do banheiro, enrolou-se na toalha, secou-se com calma e foi até a cômoda.

Pegou a lingerie vermelha rendada que ele havia lhe dado dias antes e que ele, com um sorriso malicioso, havia chamado de “uniforme novo”. Naquela ocasião, ela o provocou tanto quanto pode, mas ele não fez nada, como haviam combinado.

Mas dessa vez ela esperava que acontecesse. Vestiu a lingerie como quem veste um segredo, sentindo o rosto corar só de imaginar que dessa vez ele não ficaria só na vontade.

Por cima, optou por um vestido canelado de tecido macio, ajustado ao corpo, que delineava suas curvas sem esforço.

Antes de sair, olhou para a pequena caixa de joias sobre a penteadeira. A pulseira dourada, ainda com o brilho impecável, estava ali.

Um pensamento cruzou sua mente com naturalidade:

"Se ele me deu algo assim, é óbvio que quer me ver usando."

Com um gesto seguro, prendeu o fecho no pulso, observando como a peça reluzia sob a luz amarela do abajur.

Caminhou pelo corredor em passos silenciosos, sentindo o medo insistente de esbarrar com qualquer outro funcionário da mansão.

Parou diante da porta de Dorian, respirou fundo e deu duas batidinhas firmes.

A porta se abriu devagar, revelando-o encostado no batente, sem camisa, o olhar intenso percorrendo cada centímetro dela.

Por um instante, ele não disse nada, apenas a observou, como se estivesse gravando aquela imagem na memória.

Seus olhos pousaram na pulseira de ouro, demorando-se um segundo mais do que o habitual, mas sem qualquer comentário.

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