Ele atendeu ao convite com lentidão, deslizando o tecido para cima, fazendo questão de que cada centímetro revelado fosse acompanhado pelo toque firme de suas mãos.
Quando o vestido passou pela cabeça dela, Dorian o atirou de lado sem sequer olhar onde caiu.
Agora o “uniforme novo” que ele havia dado, estava à mostra. O sorriso que ele deu foi sombrio e satisfeito.
— Boa garota.
O elogio, sussurrado em um tom baixo e grave, fez Francine arrepiar. Antes que ela pudesse responder, Dorian a puxou de volta para junto dele, colando o corpo quente ao dela.
Suas mãos firmes exploraram as costas, descendo até segurar sua cintura e puxá-la ainda mais, eliminando qualquer espaço entre eles.
Ele a inclinou para trás, fazendo-a tombar sobre a cama, e veio por cima, sustentando o peso sobre os braços.
O olhar dele voltou para a pulseira no pulso dela, demorando-se por alguns segundos, o suficiente para que algo passasse por sua mente, mas logo ele voltou aos lábios dela, faminto, como se não pudesse adiar nem mais um instante.
A respiração dos dois já estava descompassada, e o ar no quarto parecia mais quente, mais denso, carregado de antecipação.
Dorian se aproximou mais, encostando na testa de Francine, mantendo o olhar fixo nos olhos dela, quase desafiador.
— Você adora me provocar, não é? — murmurou, os lábios roçando os dela em um sussurro que mais parecia uma promessa.
— Eu? Que nada… — Francine respondeu, arqueando uma sobrancelha e piscando — Só estou fazendo meu trabalho, senhor.
Ele a guiava pela cama, deslizando as mãos por suas costas, explorando cada curva, cada linha do corpo dela, enquanto os lábios dela traçavam um caminho pelo seu pescoço e ombros.
Francine vez ou outra deixava escapar suspiros misturados com pequenas risadas de provocação, mordendo o lábio inferior, consciente de que cada reação sua só aumentava a intensidade do que acontecia.
Dorian puxou-a para um pouco mais perto, o calor de seus corpos agora impossível de ignorar.
— Só pra constar… você está completamente fora de controle — disse, a voz grave, quase um rosnado.
— Fora de controle? — Francine retrucou, rindo baixinho. — Só estou seguindo seu exemplo, senhor.
Ele arqueou uma sobrancelha, o canto dos lábios se curvando em um sorriso divertido, e provocou:
— Você me chamando de senhor parece tão errado.


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