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Beijada pelo Chefe no Baile de Máscaras romance Capítulo 91

Ele atendeu ao convite com lentidão, deslizando o tecido para cima, fazendo questão de que cada centímetro revelado fosse acompanhado pelo toque firme de suas mãos.

Quando o vestido passou pela cabeça dela, Dorian o atirou de lado sem sequer olhar onde caiu.

Agora o “uniforme novo” que ele havia dado, estava à mostra. O sorriso que ele deu foi sombrio e satisfeito.

— Boa garota.

O elogio, sussurrado em um tom baixo e grave, fez Francine arrepiar. Antes que ela pudesse responder, Dorian a puxou de volta para junto dele, colando o corpo quente ao dela.

Suas mãos firmes exploraram as costas, descendo até segurar sua cintura e puxá-la ainda mais, eliminando qualquer espaço entre eles.

Ele a inclinou para trás, fazendo-a tombar sobre a cama, e veio por cima, sustentando o peso sobre os braços.

O olhar dele voltou para a pulseira no pulso dela, demorando-se por alguns segundos, o suficiente para que algo passasse por sua mente, mas logo ele voltou aos lábios dela, faminto, como se não pudesse adiar nem mais um instante.

A respiração dos dois já estava descompassada, e o ar no quarto parecia mais quente, mais denso, carregado de antecipação.

Dorian se aproximou mais, encostando na testa de Francine, mantendo o olhar fixo nos olhos dela, quase desafiador.

— Você adora me provocar, não é? — murmurou, os lábios roçando os dela em um sussurro que mais parecia uma promessa.

— Eu? Que nada… — Francine respondeu, arqueando uma sobrancelha e piscando — Só estou fazendo meu trabalho, senhor.

Ele a guiava pela cama, deslizando as mãos por suas costas, explorando cada curva, cada linha do corpo dela, enquanto os lábios dela traçavam um caminho pelo seu pescoço e ombros.

Francine vez ou outra deixava escapar suspiros misturados com pequenas risadas de provocação, mordendo o lábio inferior, consciente de que cada reação sua só aumentava a intensidade do que acontecia.

Dorian puxou-a para um pouco mais perto, o calor de seus corpos agora impossível de ignorar.

— Só pra constar… você está completamente fora de controle — disse, a voz grave, quase um rosnado.

— Fora de controle? — Francine retrucou, rindo baixinho. — Só estou seguindo seu exemplo, senhor.

Ele arqueou uma sobrancelha, o canto dos lábios se curvando em um sorriso divertido, e provocou:

— Você me chamando de senhor parece tão errado.

Quando finalmente caíram exaustos sobre a cama, a respiração entrecortada e os cabelos desalinhados, Francine se aninhou contra ele, sentindo a firmeza do peito dele sob seu rosto.

— Os exercícios estão surtindo efeito, hein? — disse Francine, enquanto deslizava a ponta dos dedos pelo abdômen definido de Dorian.

— Eu não brinco em serviço. — disse ele sorrindo satisfeito, enquanto beijava suavemente a testa dela.

Dorian passou os dedos pelos cabelos dela, acariciando seu pescoço com delicadeza, enquanto observava cada detalhe do corpo que tinha à sua frente.

Foi então que seus olhos caíram novamente sobre a pulseira que ela usava. Aquele brilho sutil do ouro o fez franzir a testa em curiosidade.

Quem teria dado aquilo a ela? Ela teria comprado? Era uma peça fina, claramente cara, muito além do que uma empregada normalmente poderia ter acesso.

Ele permaneceu ali, quieto, apenas observando Francine dormir profundamente, o rosto suavizado pela serenidade do sono.

Um misto de ciúme, dúvida e fascínio tomou conta dele. Cada teoria passava rapidamente por sua mente: poderia ser um admirador secreto? Um presente de alguém que queria marcar território? Ou seria apenas uma extravagância dela mesma?

O que quer que fosse, Dorian sentiu uma pontada de alerta que não o deixou dormir direito naquela noite.

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