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Caminho Traçado - Uma babá na fazenda romance Capítulo 293

Taís era o tipo de garota que sabia exatamente o que queria e não escondia suas intenções por um único segundo. Ela conhecia bem o histórico de Henri Caetano, que não tinha o costume de levar alguma garota a sério e sabia que estar ao lado dele era uma oportunidade única. Mas isso só tornava o desafio ainda mais excitante. Havia planejado aquele encontro há muito tempo e faria de tudo para se tornar inesquecível, até que ele não conseguisse mais a tirar da mente.

Enquanto bebia, inclinava o corpo com cuidado, deixando o decote à mostra, consciente de que cada movimento captava o olhar de Henri. Seus olhos brilhavam com malícia ao perceber a atenção dele.

— E como está o clima de final de ano para você? — perguntou, arqueando uma sobrancelha, com um sorriso que misturava curiosidade e provocação.

— Tranquilo — respondeu ele, relaxando na cadeira — como moro na fazenda, não sinto tanto a correria da cidade grande.

— Mesmo assim, sempre que pode, acaba vindo para cá, não é? — ela continuou, inclinando-se levemente — Passa o dia tranquilo na fazenda e à noite prefere a cidade.

— Nisso, você tem razão — ele concordou, sorrindo — Aqui na cidade há coisas que simplesmente não vejo na fazenda.

Enquanto falava, seus olhos novamente buscaram o decote dela, e Taís percebeu o olhar. Um leve arrepio percorreu sua espinha. Ela entendeu o recado silencioso e sorriu, divertida, inclinando-se de leve, como quem dizia saber exatamente o efeito que causava.

— Ah, é? — respondeu, com a voz rouca, cheia de interesse. — E você acha que estou incluída nessas coisas?

— Pode ter certeza de que sim — respondeu ele, sorrindo de lado.

— Então, que tal aproveitar que estou aqui? — disse ela, dando uma piscadela de olho.

Henri não pôde evitar o sorriso. Ela era ousada e irresistível, e ele sentiu a própria vontade de fazer daquela noite inesquecível crescer.

— Que tal irmos para um lugar mais privado… onde possamos nos entender melhor? — Henri sugeriu.

Os olhos dela brilharam com satisfação, e ela inclinou-se rapidamente para ele, murmurando:

— Finalmente, pensei que nunca pediria.

Henri pagou a conta e depois se levantou, guiando-a até o carro, abrindo a porta para ela entrar. Assim que se acomodou, Taís não pôde deixar de notar o luxo do interior: bancos de couro, detalhes refinados, tecnologia de ponta. Ela sabia que estava com alguém poderoso e influente, e aquilo só aumentava sua excitação.

— Impressionada? — ele perguntou, percebendo o olhar dela percorrendo cada detalhe.

— Um pouco… — respondeu, sorrindo, mordendo o lábio — Mas estou mais impressionada com você.

Ele deslizou a mão sobre a dela, sentindo o calor de sua pele, e entrelaçou os dedos, deixando que o toque falasse por eles.

— Para onde vai me levar? — ela perguntou, com a voz provocativa.

— Para um lugar onde ninguém vai nos interromper — respondeu, com um leve sorriso malicioso. — E garanto que você vai aproveitar cada segundo. Está pronta?

Taís inclinou o corpo, raspando os dedos pelo braço dele de maneira provocativa.

Ela sorriu, encostando-se ainda mais, colando seu corpo ao dele. Cada respiração, cada toque, cada gesto era como eletricidade pura entre eles.

— Henri… — murmurou, com um tom quase implorante — Quero você agora.

— Não precisa pedir mais — disse, colando os lábios nos dela com pressa, sentindo cada reação do corpo dela contra o seu.

Antes que ela pudesse reagir, a segurou com força nos braços, erguendo-a suavemente, quase como se dissesse sem palavras quem comandaria aquela situação.

Ela riu, provocativa, mas não resistiu. Cravando as unhas nas costas dele, deixava claro que, naquela noite, mesmo que ele quisesse, quem mandaria era ela. Sem esperar qualquer consentimento, deslizou o vestido pelo corpo, revelando uma lingerie minúscula que parecia desafiar cada olhar, mostrando que ali, naquele instante, ela ditaria todas as regras.

— Você é mesmo tentadora. — Ele comentou, analisando o corpo escultural da moça.

— Você nem imagina o quanto — disse ela, antes de voltar a beijá-lo, desta vez com mais intensidade, envolvendo-o por completo.

Não demorou muito para o carro começar a balançar e o ar dentro dele ficar quente, embaçando o vidro.

— Desse jeito, você me mata — ele sussurrou, sem conseguir disfarçar a excitação.

— É melhor se acostumar, Henri Caetano, porque eu ainda nem comecei — disse ela, com um sorriso desafiador, deixando claro quem realmente mandaria naquela noite.

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