Henri mal conteve a felicidade quando Catarina aceitou sair com ele. O sorriso largo no rosto dizia mais do que palavras poderiam expressar. Sem perder tempo, saíram do escritório em direção ao carro dele.
O trajeto até a fazenda foi rápido e Catarina não conseguia esconder o entusiasmo misturado com nervosismo. Enquanto olhava para as mãos dele no volante, ela se apoiava discretamente na porta do carro, tentando controlar o coração acelerado. Cada minuto a deixava mais curiosa sobre a casa e o que fariam lá. Henri percebeu a inquietação dela e sorriu, satisfeito, sem dizer nada. Ele adorava ver aquela inocência e encanto em Catarina, e sabia que aquela manhã seria inesquecível. Ao chegar, estacionou em frente à grande casa e abriu a porta para ela.
O caminho até a entrada era cercado de jardins impecáveis, flores coloridas e caminhos de pedra perfeitamente alinhados. Ela não conseguiu segurar um suspiro admirado, sentindo uma pontada de constrangimento. Tudo ali era mais do que ela já tinha visto, até mesmo nas casas mais luxuosas de sua antiga cidade. Cada detalhe espalhava riqueza e cuidado, e ela se pegou observando cada canto, os vidros amplos, as portas imponentes, os móveis à vista pelas janelas.
— É... é tudo tão lindo — disse baixinho, quase para si mesma.
Percebendo a curiosidade dela, aproximou-se por trás, segurando sua cintura, mas sem apertar demais. O calor de seu corpo a deixou ainda mais consciente de sua proximidade.
— Sabe o que é melhor em tudo isso? — Ele sussurrou perto de seu ouvido, provocadoramente.
— O quê? — ela respondeu, virando o rosto ligeiramente, tentando encarar o sorriso dele sem perder a compostura.
— Somos só você e eu. Podemos aproveitar aqui o dia todo.
Ela sorriu, sentindo o coração bater mais rápido. Por dentro, cada momento em que percebia que Henri a queria, a deixava vulnerável. Sabia o que sentia por ele e queria que ele sentisse o mesmo.
— É maravilhoso — respondeu, e a voz falhou um pouco, como se revelar a própria alegria tivesse um efeito físico sobre ela.
Deixando um beijo em seu pescoço, ele a guiou até a porta de entrada, depois seguiu até o sofá da enorme sala. Catarina sentiu-se nervosa. Mesmo sabendo que estavam sozinhos, havia uma timidez natural, uma preocupação quase infantil de que alguém pudesse aparecer a qualquer momento.
— O que foi? — ele perguntou, percebendo o pequeno recuo dela.
— É que… essa sala é enorme, e a sensação de que alguém pode aparecer me deixa nervosa — confessou, corando levemente.
Entendendo, ele sorriu e se recompôs.
— Tudo bem. Ninguém vai nos atrapalhar.
Então, sem aviso, ele a ergueu no colo. Catarina deixou escapar um pequeno grito de surpresa, mas não protestou. O coração acelerado e a sensação de ser carregada a deixaram como se estivesse em um conto de fadas. Cada passo dele pelo corredor parecia medido, seguro, e os olhos dela não desgrudavam dele. Henri olhava-a com intensidade, como se cada segundo importasse, e ela sentiu cada olhar dele, como se queimasse devagar dentro do peito.
Quando chegaram em frente a uma porta, ele parou ainda a segurando no colo e sorriu.
Engolindo em seco, Catarina se sentia incapaz de formar qualquer palavra. O olhar dele, intenso, cheio de desejo, dizia tudo. Cada instante, cada respiração compartilhada, fortalecia uma conexão que ela sentia crescer a cada segundo.
Satisfeito com a aceitação dela e sem pressa, Henri começou a explorar pequenas carícias, beijos suaves no pescoço e nos ombros, deixando que ela se acostumasse com o contato antes de qualquer avanço maior. Embora tímida, Catarina deixava-se levar, percebendo que cada gesto dele a aproximava mais de seus sentimentos, e que ele parecia esperar pacientemente, respeitando-a.
Sentindo-se entregue ao momento, ela suspirou e nada mais importava ali, naquele instante, além deles dois.
— Henri… — ela sussurrou, ainda corada, segurando sua mão. — Eu… nunca me senti assim antes.
— Eu sei, Cat — disse ele, aproximando o rosto do dela, com um sorriso leve, quase malicioso — e isso me deixa satisfeito… É bom sentir essa conexão, não é? Temos que aproveitar momentos como esse.
Ela fechou os olhos, sentindo o coração se encher de felicidade. Queria falar que o amava, mas não sabia se aquele era o momento certo.
— Quero aproveitar cada momento com você, sempre — ela respondeu.
Satisfeito com a resposta, Henri não perdeu tempo. Começou a despi-la lentamente, decidido a aproveitar cada instante da viagem dos pais para saciar toda a vontade e desejo que sentia por sua assistente.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Caminho Traçado - Uma babá na fazenda
Além de pular capítulos, ainda não tem os capítulos bônus! Onde podemos ler a história completa e de graça?...
Os capítulos 73. 74 estão faltando ai ñ da para compreender e ficamos perdidas...
Alguém tem esse livro em PDF ?...
Do capítulo 70 em diante não se entende mais nada, pulou a história lá pra frente… um fiasco de edição!!!...
A partir do capítulo 10, vira uma bagunça, duplicaram a numeração dos capítulos, para entender é preciso ler apenas os lançados em outubro de 2023, capítulo 37 está faltando, a rolagem automática não funciona, então fica bem difícil a leitura! Uma revisão antes de publicar não faria mal viu!!!...
Nossa tudo em pe nem cabeça, tufo misturado, não acaba estórias e mistura com outro, meu Deus...
Lindo demais...