Quando chegaram aos Estados Unidos, Oliver e família, acompanhados de Saulo e da família dele, estavam todos empolgados para conhecer a pequena e já muito amada Amelie.
— Eu acho que ela me puxou — Saulo comentava com Oliver enquanto terminavam de colocar as malas no táxi.
— Com você? — Oliver desdenhou. — A minha neta é a minha cara, ela se parece comigo.
— Oh, não ofenda a minha netinha! — Saulo rebateu, rindo. — Embora o cabelo dela tenha nascido escuro, ela vai ficar loira, aposto com você.
— Eu aposto o que quiser que ela vai puxar a cor do meu cabelo — Oliver retrucou, cruzando os braços.
— Ei, parem de discutir como dois avôs babões! — Aurora interveio, vendo os dois prestes a se esbofetear de brincadeira. — Querendo admitir ou não, a Amelie se parece comigo — alfinetou, com um sorriso travesso.
— Nem vem — responderam os dois, em uníssono.
— Ei, por que não? — Aurora insistiu, rindo.
— Amor, não quero ser o estraga-prazeres, mas se a Amelie puxar alguma avó, tenho certeza de que será a Denise, porque os cabelos delas são iguaizinhos — Oliver disse, fazendo Aurora revirar os olhos de indignação.
Ao ouvir aquilo, Denise se aproximou com um sorriso largo.
— É isso mesmo! Vocês precisam entender que o meu sangue é forte. Não é à toa que as meninas nasceram parecidas comigo.
— Então, o seu sangue deve ter ficado fraco nos últimos tempos, amiga, porque os gêmeos nasceram a cara do Saulo — alfinetou Aurora, provocando risadas gerais.
— Foi um deslize — Denise riu, caindo na gargalhada.
— Eu só espero que a Helena se pareça comigo. Não acho justo ter três filhos que puxaram a cara do pai — disse Aurora, balançando a cabeça com um meio sorriso.
— Se a nossa Helena puxar você, meu amor, ela será a bebê mais linda desse mundo — respondeu Oliver, acariciando a barriga da esposa.
Com as malas já nos táxis, cada um entrou em seu veículo. Noah e Elisa estavam juntos, trocando risadas enquanto viam os pais brigando por besteiras.
Quando chegaram ao hotel, estrategicamente localizado próximo ao prédio onde Eloá e Gael moravam, se reuniram para ver como seriam as primeiras visitas.
— O apartamento deles é pequeno e a Amelie é uma recém-nascida. Não podemos chegar todos de uma vez — disse Saulo, preocupado com a saúde da neta.
— Isso é verdade — concordou Denise.
— Vocês podem ir primeiro — sugeriu Elisa. — Eu e o Noah ficamos com os gêmeos.
— Sério mesmo? — Denise perguntou, animada.
— Sim, vocês são os avós. É justo que vejam a netinha primeiro. Amanhã, eu e o Noah iremos até lá.
— Ótimo, então vamos tomar um banho, comer alguma coisa e, quando estivermos prontos, avisamos.
Os quatro adultos mais velhos concordaram e saíram em direção aos seus quartos. No entanto, quando Saulo viu a filha mais velha entrar no apartamento com o genro, não conseguiu evitar sentir um incômodo.
— Achei que vocês ficariam em quartos separados — disse, olhando para Elisa com um ar de reprovação.
— Sim, eu vou amar — respondeu, com um sorriso contido.
Algumas horas depois, já de banho tomado, os dois estavam deitados assistindo à TV, quando ouviram uma batida na porta.
— Deve ser a mamãe e o papai com os gêmeos — disse ela, levantando-se para atender.
Ao abrir, deparou-se com os pais.
— Eles acabaram de se alimentar e já pegaram no sono — explicou Denise. — Com certeza ficaram cansados da viagem, então, se não fizerem barulho, vão dormir bastante.
— Não se preocupe com nada, mamãe. Se eles acordarem, eu dou um jeito — garantiu Elisa.
— Tudo que vocês precisam está na mala — completou Saulo, entrando no quarto com os bebês no carrinho duplo e uma bolsa enorme com os pertences deles.
— Não se preocupem com nada, apenas aproveitem a noite.
Após todas as instruções, Saulo e Denise se despediram, acompanhados de Oliver e Aurora.
Assim que o clique da tranca soou, o olhar de Elisa se voltou para o noivo, ainda deitado na cama.
— Os anjinhos estão dormindo. Se não fizermos barulho, eles vão continuar assim — disse, deitando-se ao lado dele.
— Acho que consigo ficar em silêncio — comentou Noah, puxando-a mais perto de si. — Ainda mais quando estou decidido a calar a minha boca beijando você.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Caminho Traçado - Uma babá na fazenda
Além de pular capítulos, ainda não tem os capítulos bônus! Onde podemos ler a história completa e de graça?...
Os capítulos 73. 74 estão faltando ai ñ da para compreender e ficamos perdidas...
Alguém tem esse livro em PDF ?...
Do capítulo 70 em diante não se entende mais nada, pulou a história lá pra frente… um fiasco de edição!!!...
A partir do capítulo 10, vira uma bagunça, duplicaram a numeração dos capítulos, para entender é preciso ler apenas os lançados em outubro de 2023, capítulo 37 está faltando, a rolagem automática não funciona, então fica bem difícil a leitura! Uma revisão antes de publicar não faria mal viu!!!...
Nossa tudo em pe nem cabeça, tufo misturado, não acaba estórias e mistura com outro, meu Deus...
Lindo demais...