Enquanto sentia os lábios do noivo pressionarem os seus, Elisa não conseguia se conter. Seu corpo reagia de forma intensa, cada toque despertava uma excitação que fazia os pelos se arrepiarem.
— Noah — sussurrou, ofegante entre os beijos. — Eu te amo.
— Não mais do que eu — respondeu ele, deslizando os lábios pelo pescoço e pelo colo dela, deixando pequenos arrepiados pelo caminho.
Tomada por uma coragem inesperada, Elisa cruzou a coxa sobre ele, pressionando sua intimidade. O simples contato fez seu coração disparar; a euforia de pensar que iriam compartilhar pela primeira vez a mesma cama a deixava ao mesmo tempo, empolgada e ansiosa, imaginando se ele conseguiria se controlar.
Noah a olhou por um instante, respirando fundo, como se lutasse contra o desejo crescente. Um sorriso malicioso surgiu em seus lábios.
— Você realmente sabe como me enlouquecer — murmurou, segurando a cintura dela com mais força.
Elisa mordeu o lábio inferior, sentindo o calor entre os dois aumentar.
— A única louca aqui sou eu — Elisa confessou, tentando não falar mais do que deveria.
Com medo de que os irmãos acordassem a qualquer momento, Elisa tomou coragem e o convidou para a banheira. Noah engoliu em seco, sentindo o corpo inteiro suar frio.
— Isso é jogo baixo, Elisa… — murmurou, com a voz rouca.
— Não é, eu prometo — respondeu ela, com um sorriso confiante.
Sem esperar por qualquer resposta, ela se adiantou, levantando-se e caminhando até o banheiro, ligou a torneira da banheira para enchê-la. Em poucos minutos, Noah surgiu na porta do banheiro, completamente surpreso e sem saber como reagir.
Percebendo o nervosismo dele, ela se aproximou lentamente, quase colado o corpo ao dele, e sussurrou em seu ouvido:
— Não se preocupe com nada, pense que estamos numa piscina… vai ficar tudo bem.
Ele assentiu, mordendo os lábios, incapaz de esconder a tensão que percorria cada parte do seu corpo.
Quando percebeu que a banheira estava quase cheia, Elisa segurou a barra do vestido que usava e começou a deslizá-lo lentamente pelo corpo. Ao ver aquela cena, Noah sentiu o corpo reagir imediatamente.
— Elisa… — murmurou ele, sem saber como reagir.
— Não achou que eu iria entrar na banheira com roupa, não é mesmo? — Ela brincou, deslizando a mão até a alça do sutiã.
Sabendo o que estava prestes a acontecer, Noah se adiantou, aproximando-se dela e segurando sua mão.
— Não faça isso, amor — pediu, quase implorando.
Sua mente involuntariamente voltou ao dia no rio, quando ela retirou a parte de cima, revelando seus seios firmes e durinhos. Naquele dia, ele conseguiu resistir, mas não tinha certeza se conseguiria novamente.
Vendo a testa dele brilhando de suor, Elisa caiu na risada.
— Eu não ia tirá-los, só estava brincando com você — confessou, com um sorriso divertido.
Suspirando pesado, Noah balançou a cabeça em negação, sentindo uma vontade irresistível de puni-la por aquela provocação.
— Vá fazendo isso que você verá como vou reagir no dia da nossa lua de mel — ameaçou, recebendo de volta o olhar assustado e ansioso dela.
— O que fará? — perguntou ela, sentindo um fio de curiosidade.
— Amor, você acha mesmo que toda a sua provocação não terá uma punição? — ele respondeu, com uma grande intensidade nos olhos. — Eu não vou deixá-la descansar nem um segundo.
— Obrigado por me entender — disse ele, num tom terno.
— Eu sempre farei de tudo para te compreender, em todas as situações — respondeu ela.
Com carinho, ele passou a mão pelos longos cabelos negros dela e comentou:
— É por isso que sempre fui apaixonado por você, Elisa. Nunca, em momento algum da minha vida, tive olhos para outra mulher. Eu soube que você era a mulher da minha vida desde que comecei a entender sobre sentimentos amorosos.
— Quer dizer que nem beijar outra mulher você fez? — indagou ela, brincando, mas com os olhos brilhando de curiosidade.
— Não — ele respondeu, sério, olhando fixamente para ela.
A resposta a deixou boquiaberta.
— Só há você em minha vida… e sempre será assim — concluiu.
Ela mordeu os lábios, corando.
— Amor… você está falando sério que nunca ficou com ninguém? Tipo… sua virgindade é mesmo real? — Suas bochechas arderam de vergonha, mas seus olhos não desgrudavam dele.
Ele assentiu, firme.
O peito dela subiu e desceu rápido, sem acreditar na conversa sincera que estavam tendo.
— Mas não se preocupe com isso, amor… tenho certeza de que nós dois vamos descobrir juntos… tudo que há de mais intenso, doce e gostoso. — Noah sussurrou, puxando-a mais para perto, deixando no ar uma promessa que fazia o coração dela disparar.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Caminho Traçado - Uma babá na fazenda
Além de pular capítulos, ainda não tem os capítulos bônus! Onde podemos ler a história completa e de graça?...
Os capítulos 73. 74 estão faltando ai ñ da para compreender e ficamos perdidas...
Alguém tem esse livro em PDF ?...
Do capítulo 70 em diante não se entende mais nada, pulou a história lá pra frente… um fiasco de edição!!!...
A partir do capítulo 10, vira uma bagunça, duplicaram a numeração dos capítulos, para entender é preciso ler apenas os lançados em outubro de 2023, capítulo 37 está faltando, a rolagem automática não funciona, então fica bem difícil a leitura! Uma revisão antes de publicar não faria mal viu!!!...
Nossa tudo em pe nem cabeça, tufo misturado, não acaba estórias e mistura com outro, meu Deus...
Lindo demais...