Quando chegou em casa, o céu já estava completamente escuro. Da estrada, Henri pôde ver as luzes da varanda acesas e reconheceu as silhuetas dos pais sentados, conversando animadamente com Noah e Elisa que também estavam por ali, rindo de algo que alguém acabara de dizer.
Assim que estacionou o carro e desceu, todos voltaram o olhar para ele, atentos.
— E aí? — Oliver perguntou primeiro, claramente curioso. — Como foi lá com o Damião?
Henri se aproximou, sentou-se ao lado do pai e soltou um suspiro breve.
— Tudo ocorreu bem, pai — respondeu, sincero.
Oliver relaxou visivelmente, inclinando-se para trás na cadeira, como quem tirava um peso enorme das costas.
— Ah, que bom… — murmurou, aliviado. — Eu estava preocupado, filho.
Noah deu um leve sorriso, orgulhoso, enquanto Elisa tocava no braço dele, satisfeita com a notícia.
Henri olhou para a família reunida e sentiu algo quente no peito. Pela primeira vez em muito tempo, tudo parecia estar entrando nos eixos.
— E por que a Catarina não veio jantar conosco? — Aurora perguntou, curiosa.
Ele sorriu de leve.
— Bem que eu queria que ela viesse… — admitiu. — Mas acho que, depois de tanto tempo longe, ela quer passar um pouco mais de tempo com os pais também.
Compreensiva, Aurora assentiu, enquanto Oliver comentou algo sobre ser importante respeitar o espaço da família dela. Elisa, que já adorava Catarina, sorriu de canto.
— Amanhã você pode levá-la lá em casa, vou amar receber vocês para um almoço — sugeriu Elisa, animada. — A gente passa o dia todo juntos.
— A sugestão do almoço é ótima, e eu vou falar com ela — Henri disse, sorrindo. — Mas não garanto que vamos passar o dia todo com vocês.
— Ah, é? — Noah provocou, arqueando a sobrancelha. — Tem planos melhores?
Ele riu, balançando a cabeça.
— Não é isso… — respondeu, ficando um pouco mais sério. — Só quero passar mais tempo com ela aqui. Quero criar memórias boas com a Catarina nesse lugar… memórias fortes o suficiente para apagar as que ficaram do passado.
Noah assentiu devagar, entendendo exatamente o que o irmão queria dizer.
Aurora sorriu com carinho, enquanto Oliver cruzava os braços, orgulhoso de ver o filho tão maduro.
— Eu entendo — Noah respondeu, compreensivo. — Mas é bom você arrumar um tempinho para nós quando o Gael e a Eloá chegarem.
Concordando com um leve aceno ele respondeu:
— Não se preocupem com isso. A gente vai dar um jeito de estar todos juntos também.
— Não vejo a hora de receber os meus cunhados na minha casa — disse Elisa, empolgada.
Henri sorriu e aproveitou o ensejo para provocar:
— Falando nisso… como está sendo a vida de casados? — perguntou com curiosidade genuína.
— Maravilhosa! — o casal respondeu em uníssono.
Eles se entreolharam imediatamente e começaram a rir da própria sincronia.
Henri riu junto.
— Nossa, vejo que as coisas estão realmente bem mesmo — brincou.
Passando o braço ao redor de Elisa, Noah a puxou para mais perto, olhando-a com uma expressão apaixonada que deixava evidente o quanto a amava.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Caminho Traçado - Uma babá na fazenda
Além de pular capítulos, ainda não tem os capítulos bônus! Onde podemos ler a história completa e de graça?...
Os capítulos 73. 74 estão faltando ai ñ da para compreender e ficamos perdidas...
Alguém tem esse livro em PDF ?...
Do capítulo 70 em diante não se entende mais nada, pulou a história lá pra frente… um fiasco de edição!!!...
A partir do capítulo 10, vira uma bagunça, duplicaram a numeração dos capítulos, para entender é preciso ler apenas os lançados em outubro de 2023, capítulo 37 está faltando, a rolagem automática não funciona, então fica bem difícil a leitura! Uma revisão antes de publicar não faria mal viu!!!...
Nossa tudo em pe nem cabeça, tufo misturado, não acaba estórias e mistura com outro, meu Deus...
Lindo demais...