“Provocar é fácil… difícil é lidar com o que vem depois.”
Edward Fitzgerald ainda estava no controle, mas Dayse estava fazendo questão de testar até onde aquilo ia durar.
A água morna escorria sobre os corpos dos dois, deslizando pela pele nua de Dayse enquanto encharcava o short de Edward, que se colava ainda mais ao corpo dele.
Sem desviar o olhar, ele levou as mãos até a própria camisa e a puxou pela cabeça, jogando-a de lado sem pressa, permanecendo apenas de short. Em seguida, voltou a atenção para ela, mantendo-a de frente para si, com uma mão firme na cintura enquanto a outra subia pela barriga molhada, sentindo a pele quente reagir sob o toque.
— Agora… vou cuidar de você.
Edward começou a ensaboar o corpo dela com movimentos calmos e controlados, passando as mãos com cuidado pela pele molhada enquanto conduzia o ritmo sem pressa. Primeiro, ensaboou as mãos e deslizou-as pelos seios de Dayse, massageando-os com cuidado, os polegares roçavam os mamilos endurecidos em círculos provocantes. Ele apertava levemente, depois aliviava, sentindo o peso macio nas palmas enquanto a água levava a espuma embora.
— Tão sensíveis… — murmurou contra o pescoço dela, mordiscando a pele molhada.
As mãos desceram em seguida pela barriga lisa, espalhando sabonete em movimentos circulares, enquanto os dedos pressionavam de leve a pele quente fazendo Dayse arquear o corpo contra ele, buscando mais contato. Edward continuou descendo devagar, até chegar entre as coxas dela.
Ele separou as pernas dela com o joelho e começou a tocar sua intimidade, primeiro com carícias leves, espalhando a espuma e a excitação dela. Depois, dois dedos deslizaram devagar pela fenda molhada, apenas roçando o clitóris inchado em movimentos lentos e torturantes, circulando sem pressa, apenas para enlouquecê-la.
Dayse gemeu alto, enquanto suas mãos agarravam os ombros dele.
— Edward… por favor…
Mas ele não acelerou.
Continuou masturbando-a devagar, deslizando os dedos para cima e para baixo, pressionando o clitóris com precisão cruel. Só então ele desceu mais, enfiando dois dedos dentro dela sem aviso, que acabaram deslizando fácil por causa de sua umidade.
Dayse soltou um gemido longo e trêmulo.
— Tá pingando, princesa… — sussurrou contra a orelha dela, com a voz rouca de desejo enquanto curvava os dedos dentro dela, roçando aquele ponto interno que a fazia tremer. — Isso tudo é pra mim?
Dayse jogou a cabeça para trás, gemendo sem nenhuma vergonha, sentindo o corpo inteiro tremer contra o dele sob a água quente.
— Sim… tudo pra você. Por favor, me fode logo…
Edward sorriu contra a pele molhada do pescoço dela, curvando os dedos novamente dentro dela e pressionando exatamente onde sabia que a faria ver estrelas.

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