A Srta. Almeida certamente se apaixonaria loucamente e seria devotada ao chefe.
Quanto mais o Assistente Campos pensava nisso, mais animado ficava.
O chefe realmente era uma velha raposa, calculista e astuto!
Tsc, tsc, tsc. Como uma coelhinha inocente como a Srta. Almeida poderia ser páreo para uma velha raposa?
Na realidade, tudo isso era pura imaginação do Assistente Campos.
O motivo pelo qual Francisco não planejava ajudar Nina temporariamente era muito simples: ele acreditava que ela poderia resolver o problema sozinha e não precisava da ajuda dele.
Na verdade, ver a resiliência de Nina, sua calma diante do perigo e a forma racional como foi negociar os termos com Gustavo...
Ele se sentia muito orgulhoso.
Francisco pegou novamente o pingente de jade, acariciando os cantos e bordas repetidas vezes.
Sua Nina havia crescido; mesmo sem a proteção dele, ela conseguiria viver muito bem.
No hospital, quando Gustavo e Verônica chegaram, os médicos já haviam terminado a reanimação.
Era o mesmo médico da última vez, Dr. Arnaldo.
— Eu já disse que vocês precisam cuidar do estado emocional da criança. As emoções também podem agravar a doença. — O Dr. Arnaldo franziu a testa, criticando Verônica severamente.
— Que tipo de mãe é você, trazendo o menino ao hospital dia sim, dia não? Nessa situação, acho melhor nem esperarem por um doador de rim, simplesmente desistam.
As palavras do médico foram um tanto pesadas.
— Doutor, por favor, salve meu filho, eu... eu me ajoelho para o senhor. — Verônica imediatamente caiu em prantos.
— Verônica, a culpa não é sua. — Ela fez menção de se ajoelhar, mas foi parada por Gustavo.
Depois de dizer isso, ele direcionou seu olhar elegante para o Dr. Arnaldo.
— Diretor Mendes, não me leve a mal por falar de forma dura, mas dessa vez foi perigoso demais, vocês precisam levar isso a sério. — O médico sentiu um calafrio de culpa sob aquele olhar, mas ainda assim se forçou a dizer.
— O que causou a crise desta vez? — Gustavo apertou os lábios, mudando de assunto.
Verônica olhou para ele com os olhos avermelhados, mordeu os lábios e virou o rosto.
— Deixe que eu explico.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Divorciada No Dia Do Meu Casamento