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Divorciada No Dia Do Meu Casamento romance Capítulo 334

— Eu... eu tenho um monte de tias ricas, elas me dão... me dão muita coisa.

O líder dos capangas bufou, com profundo desprezo.

— Quem diabos quer a porcaria de um gigolô barato?

Ao terminar, pisou firme, esmagando o relógio que caíra no chão.

Diogo urinou nas calças.

Literalmente urinou, tamanho o medo.

Se eles não estavam atrás de dinheiro, então queriam a sua vida.

Pouco tempo atrás, correra um boato de que um de seus colegas de boate fora espancado a mando do marido de uma cliente milionária.

Diziam que a ferramenta de trabalho fora decepada e atirada aos cães.

Diogo concluiu que fora sequestrado por causa do marido de alguma de suas dondocas ricas.

No mesmo instante, prostrou-se de joelhos, implorando perdão.

Os brutamontes apertaram o nariz e recuaram dois metros, enojados.

Mas que diabo... O frouxo já se molhou?

Sendo homens também, sentiram profunda vergonha alheia.

— Ninguém quer a sua vida, nós só precisamos que você colabore num teatrino.

Diogo ficou perplexo.

— Um teatrinho? Que tipo de teatrinho?

O grandalhão apontou com o queixo.

— Você conhece a Sandra Duarte?

Diogo respondeu apressado:

— Sim, conheço. Foi ela quem me comprou aquele relógio.

— Ótimo. Dê um jeito de fazê-la gastar com você. Gastar muito dinheiro, chupe até a última gota de sangue dela.

Sem mentir, Diogo confessou:

— Só fazer ela me dar o relógio e a bolsa na noite passada já limpou a conta dela. Não tem de onde arrancar mais nada.

O brutamontes desferiu-lhe um chute impiedoso.

— Cale a porra da boca e faça o que eu mando!

— Use todos os seus malditos truques para drenar tudo o que ela tem.

O suor frio escorria pela testa de Diogo. Estava imaginando quem diabos a velha da Sandra teria ofendido, arrastando-o para uma confusão tão grande.

Notando sua hesitação, o grandalhão deferiu-lhe um novo chute, desta vez direto no estômago, fazendo com que o sangue brotasse na boca de Diogo.

— Se você ousar me desobedecer, vou espalhar as fotos suas com as dondocas ricas para os maridos delas.

— E, depois, vou reproduzir as suas podridões num alto-falante na sua vila, vamos ver se os seus pais ainda vão ter coragem de sair de casa!

Diogo viera de uma pequena aldeia do interior. Com notas ruins, saíra da escola assim que terminara o ensino fundamental, começando a trabalhar para ajudar no sustento da família.

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