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Grávida e presa, ela voltou para se vingar romance Capítulo 75

Aquela vad*a mentiu pra mim!

Os dedos de Jennifer se fecharam com força.

Ainda tão cautelosa, mesmo agora? Eu tomei todas as precauções possíveis... Como ela percebeu?

Com um olhar gélido, Jennifer tirou o uniforme, revelando um pequeno rádio preso ao cós da calça.

“Chefe, a Sra. Ember sumiu.”

Um ruído cortante rompeu o silêncio do outro lado da linha.

Por alguns segundos, ninguém falou nada, mas o ar ficou pesado e gelado.

“Você tinha apenas um trabalho, e conseguiu falhar até nisso?” A voz rugiu, baixa e ameaçadora.

Mesmo sem o homem estar presente, Jennifer abaixou a cabeça instintivamente, os ombros tremendo.

“Encontre-a! E traga a criança pra mim!”

Os olhos do homem ardiam de raiva. Com um rosnado profundo, ele encerrou a ligação.

Só então Jennifer ousou respirar.

Enxugando o suor frio da testa, correu até o sistema de vigilância e puxou as gravações.

Sob o pretexto de que uma hóspede havia sido pega roubando itens do hotel, ela acionou os colegas de trabalho.

Em instantes, o hotel inteiro estava em alvoroço, vasculhando cada corredor e canto. Por fim, encontraram rastros na escada de emergência.

Tess não olhou pra trás. Movendo-se em silêncio, desceu até o primeiro andar e espiou com cuidado pelo canto em direção à recepção.

Pouco antes, dois ou três funcionários estavam ali. Agora, o saguão estava completamente vazio.

Seu coração afundou.

Eles estavam, sem dúvida, procurando por ela.

O pânico apertou-lhe a garganta. Mantendo-se abaixada, Tess disparou em direção à saída.

Seu movimento estranho não passou despercebido. Um carregador de malas a viu e gritou, empolgado: “Ali! É ela!”

O grito desencadeou um alvoroço. O hotel explodiu em caos.

Tess não ousou parar. Para ela, o barulho parecia uma manada de monstros em disparada na sua direção.

Os passos ficavam cada vez mais próximos. Ela não tinha chance... Com um braço carregava Layla, com o outro arrastava a mala. Seria alcançada em segundos.

Pensando rápido, ela desviou o olhar e se escondeu num canto escuro logo depois de uma curva no corredor.

“Para onde ela foi? Estava bem aqui!”

“Não faço ideia! Tá com uma criança, não pode ter ido longe. Dividam-se, encontrem ela!”

“Se alguém avistar, avise na hora!”

....

Aconteceu num piscar de olhos. Seus braços estavam vazios.

Layla tinha sido levada.

Os olhos de Tess se arregalaram, a mente em branco de puro choque. Ficou parada, imóvel, como se tivesse levado um golpe na cabeça.

Ela se recuperou da pancada e levantou num salto e gritou, a voz rouca e desesperada: “Quem é você? Devolve minha filha!”

Saiu correndo, deixando a mala cair, girando em todas as direções, gritando para o escuro: “Aparece! O que você quer? Dinheiro? Eu tenho dinheiro! Pode levar tudo... Só me devolve ela!”

Silêncio. Só o eco da própria voz se espalhava pela noite, dolorido e quebrado.

Um vento gelado soprou, e o medo subiu por seus membros.

Sua pequena Layla estava desaparecida.

Foi como se o coração dela tivesse sido arrancado do peito, ainda pulsando.

Na entrada do hotel, alguns funcionários que a perseguiam pararam. Trocaram olhares incertos, de repente hesitantes. Algo estava errado. Mesmo com os gritos dilacerantes dela, ninguém se moveu.

Tess desabou no chão, segurando o peito, a dor cortante como uma lâmina cravada fundo.

De repente, um par de faróis iluminou a escuridão.

Um homem forte desceu do carro, assustado com a cena da mulher caída no asfalto. “V-Você... É a Sra. Ember? Foi você que chamou o carro?”

A voz dele vacilou ao se aproximar com cuidado. Quando viu o rosto pálido dela, o coração deu um salto de susto.

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