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O bebê do bilionário romance Capítulo 22

Às 15h do dia seguinte, eu estava recebendo as flores no salão de festas. Tudo estava lindo, Ethan realmente havia caprichado. A decoração estava toda em dourado e vermelho. Retirei da grande proteção as rosas para retirar os espinhos e decorar o último vaso, espalhando-as na mesa ao meu lado.

— Você sabe que eu contratei gente para fazer isso, Nicole.

Dei um pulo de susto. Eu não estava muito bem depois que descobri que ele era o homem perigoso que ouvi falar. Simplesmente não parecia com o bom homem que Colleri era.

Não perco o lampejo de luxúria em seus olhos quando ele observa que coloquei um uniforme de empregada. — Quem lhe deu essa roupa?

— A Maria, porque? Oque há de errado? — Espiono rapidamente a minha roupa.

Seus lábios estão pressionados em uma linha dura.

— Ele é muito pequeno. — Diz com sua voz rouca.

Eu atiro meu rosto para baixo, escondendo o rubor profundo pintado por todo o meu rosto.

— É tamanho PP. — Justifico, porque ele parece querer me devorar com olhar. — É o que se encaixava melhor em mim. — Limpo a garganta, colocando a mão na mesa atrás de mim, tentando me equilibrar.

— Você não veste esse uniforme a menos que somente eu esteja aqui. — Avisa

— Oque? — Questiono encarando seu rosto, sabendo que ele não parece estar brincando nem um pouquinho.

— Você ouviu o que eu disse. Não gosto de repetir.

— Você não pode fazer isso. É o uniforme padrão da criadagem, e era o único no meu tamanho. — Eu tento agir duro e desafiá-lo, mas sai mais como um sussurro.

— Você é meu chefe, e não meu dono. — Não sei necessidade porque digo isso, mas algo escuro pisca em seus olhos. Juro que toda a temperatura na sala começa a mudar.

— É aí que você está errada. Você não é a criadagem, e eu sou o seu dono. Como de tudo nessa casa.

Não era uma ameaça, na verdade achei bem sexy a forma que ele sussurrou. Mas ao mesmo tempo ficava repetindo sobre ele ser o mesmo homem perigoso que ouvi dizer, as minhas mãos apertam a borda da mesa e eu sinto as rosas que estava limpando, até que, acidentalmente espetei meu dedo indicador.

— Ai! — olho a gota gorda e escarlate saindo do meu dedo, seguindo um fluxo de sangue.

— Eu sinto muito — Ele diz suavemente enquanto toda a tensão que ele claramente estava sentindo antes se transforma em preocupação. — Eu sou um babaca, eu não queria te deixar desconfortável. — Parece arrependido — É, esse hm, maldito uniforme PP. — Um grunhido abafado passou por seus lábios.

— Você não me deixou desconfortável. — Assumo. — Mas era realmente o único uniforme do meu tamanho.

Sua boca se curva em um meio sorriso. — Nada contra, mas não com um monte de trabalhadores andando pela casa e te vendo tão...

Ele engole seco e não completa. Não tenho certeza, mas penso ter ouvido seus lábios sussurrando a palavra “Sexy”

Seus olhos se perdem no meu dedo que ainda sangra.

— Tá tudo bem. Eu sei que não deveria, mas não são muitas flores, e a equipe está tão atarefada. Não me custou nada.

— Não é verdade. Você está machucada.

Olhei para o meu dedo, de onde escorria uma pequena gota de sangue.

— Oh! Isso não é nada — disse, levantando meu dedo para olhar mais de perto.

Foi então, que ele segurou minha mão, me olhou nos olhos. Pegou meu dedo em suas mãos levando-o até os lábios e sugou.

Puta merda.

Sua língua estava quente, macia, ele circulou meu dedo com cuidado. Em nenhum momento ele tirou os olhos de mim. A sensação Imediatamente fez meus mamilos apertarem dolorosamente em volta da minha blusa. Eu respiro profundamente pelo nariz, porque eu nunca senti uma sensação tão devastadora antes.

Eu tento, mordo os lábios mas não consigo evitar o gemido constrangedor que sai dos meus lábios.

Minha pele estava arrepiada, calor se reunindo entre minhas coxas, podia sentir meu núcleo se apertando pela necessidade. Soltei um outro pequeno gemido quando tentei puxar meu dedo, mas ele rosnou, como se aquele movimento pecaminoso com a língua fosse normal, como se eu o pertencesse. E pego um lampejo de algo em seus olhos. Diversão, talvez? Um desafio?

“ Se eu tocar a sua boceta, você já estará molhada? a diversão dizia”. “Deixe-me toca-la? o desafio instigava”.

— Nicole — ele largou meu dedo, plantando um beijo suave na ponta. — Porra, a sua voz estava saindo toda rouca. Ele cerrou os seus dentes completando com sua voz rouca e sexy. — Preciso saber se no dia em que te levei ao meu quarto, bem... hum... — ele pigarreou de leve, — você se lembra de algo... que talvez eu tenha dito.

Olhei para ele e, pela primeira, vez o vi ruborizar. — Não.

Não, querida. Eu não a deixarei. — Eu realmente não lembro.

Não baby, jamais a deixarei.

As lembranças do meu sonho vieram de forma doce.

— Ahhh! — uma voz histérica gritou. — Aí está você!

Nós dois viramos de forma brusca. Assustados, Uma mulher de cabelos pretos e longos correu na direção de Ethan e pulou em seu colo, cruzando a perna nas suas costas.

Dei alguns passos tortos para trás, já que ela quase me derrubou com sua

histeria.

Quatro horas depois, eu estava decidindo o que usar. Eu não havia levado muita roupa. Por sorte, as meninas mandaram pelo menos duas peças para esse tipo de evento. Eu estava preparada para começar a me vestir quando ouvi Maria me chamar do outro lado da porta.

— Sim... Só um segundo. — Abri a porta. Maria estava parada, segurando uma grande caixa dourada.

— Oh! Está linda, Maria! — disse sorrindo. A senhorinha, vestida elegantemente, rodou em volta de si mesma.

— Muito obrigada, mocinha! — Ela sorriu. — Vejo que ainda não está

pronta.

— É. Na verdade, estou na dúvida sobre o que vestir. — Dei um sorriso frouxo.

— Não seja por isso! — Ela estendeu a grande caixa para mim.

— O que é isso?

— O Sr. Colleri pediu para que eu lhe trouxesse. Ele queria poder entregar pessoalmente, mas a Caroline chegou, e ela sempre exige muita atenção do Sr. Colle. — Revirou os olhos, fazendo-me rir.

— Entendo — disse, enquanto me sentava. Puxei a fita da caixa lentamente e a abri. Dentro havia um vestido vermelho. Suspirei fundo quando o desdobrei e o vi cair sobre a cama. — É tão lindo — disse baixinho. — Mas não posso aceitar, Maria. Tenho meus próprios vestidos. Olhei para as duas peças em cima da minha cama.

Ela me olhou com dúvidas e acrescentou: — O Sr. Colleri ficaria muito honrado se o vestisse. Não me leve a mal, mas ele estava muito empolgado escolhendo esse vestido. Eu nunca o vi assim. Além do mais, ele não aceita um não como resposta.

— Você estava com ele?

— Minha querida, você ficaria surpresa em como consigo dividir o meu tempo. Foram muitas reclamações por te vestir em um uniforme PP, mas eu consigo controlar o homem. — Ela sorri. — Ele parece meio possessivo em torno de você. Isso pode parecer, uh, singular. — Ela me encara com expectativa. — Mas eu lhe garanto que Ethan tem costume de cuidar do que lhe pertence.

— Eu não o pertenço. Somente a mim mesma, Maria. — Digo suavemente.

— Sim, claro. Não duvido disso. Mas ele sempre cuidou de tudo aqui na propriedade. Então pertence a ele de alguma maneira. — Ela se vira para olhar para mim, suas sobrancelhas levantadas com diversão.

Esqueço isso por um momento e peguei um pequeno bilhete que estava grudado na caixa e comecei a ler.

Que esteja tão linda como normalmente é. Que irradie luz como em todos os dias, e que, ao menos hoje, seja minha. Nossa dança nos espera.

Obs: Você ganhou, tamanho PP.

Atenciosamente, Ethan.

Meu coração batia tão rápido que podia senti-lo na base da minha garganta.

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