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O bebê do bilionário romance Capítulo 39

Aquela não se parecia com a atitude que Ethan teria. Pensando racionalmente, poderia muito bem ter sido Caroline quem me mandou uma mensagem para que eu finalmente encarasse a verdade: Colle nunca seria meu. Fui enganada. Eu era uma idiota “péssima com homens”, só havia escolhido pessoas que não gostariam de ter nada sério comigo. Pelo menos, se nada desse certo, eu teria Will.

Okay, isso pareceu cruel.

Mas mão era culpa minha, era culpa do do Bourbon que eu estava bebendo há duas horas desde que cheguei. Eu não queria saber, Nicholas iria dormir com Maria, pois eu iria “jogar com Colle”, e Colleri devia estar cansado, depois de se satisfazer com a puta da Caroline. E eu estava sozinha na sala ouvindo The Verve cantar Lucky man. Bebendo, e sofrendo. A campainha soou.

— Me deixa em paz! — gritei por cima da música.

A campainha insistia.

— Droga! — gritei, quando levantei. Abri a porta e Ethan estava lá, vestido socialmente e com a cara chateado. Bati a porta no seu rosto. As batidas e campainha continuaram.

— Abre essa porta, Nicole.

Abri.

— Vai embora e me deixe em paz — disse de uma vez.

— Você está bêbada? — ele perguntou, parecendo surpreso.

—Não, Sr. Perfeitinho Colle. — Minhas emoções gritavam mais alto que o normal por causa da bebida.

Ele me olhou sério e balançou a cabeça em sinal negativo.

— O que é? — falei com arrogância. — Acha que é apenas você que pode mentir? Que pode enganar? Ou que pode fingir... — disse, sentindo o embolar na minha língua por causa das bebidas.

— Nicole, eu não faço ideia do que você está falando, mas seja o que for, nós podemos resolver juntos, agora largue esse copo de Bourbon que eu vou entrar e te colocar no banho.

— Quem te disse que eu quero parar de beber? — perguntei, engolindo de uma vez o Bourbon.

— Nicole — ele disse sério. — O que aconteceu? Por que tá agindo assim, feito uma louca?

— O quê? Você realmente me acha uma louca? Aliás, eu devo mesmo ser louca, por ter achado, por um momento que fosse, que pudéssemos dar certo. Que loucura minha. — Joguei as mãos para alto.

— Eu continuo não entendendo nada. Por favor, pare de enrolar e me explique — disse, entrando e passando por mim.

— Ah! Por favor! Você quer mesmo que eu descreva a cena? — disse quase gritando.

— Por favor, me dê as honras, Nicole. — franze a testa e cerra os dentes. Eu podia ver o músculo ao longo de sua mandíbula pontiaguda.

— Você... Caroline... Cozinha... — disse em partes, quase vomitando ao lembrar da cena, meu coração sendo quebrado.

Ele me olhou surpreso, ainda sem entender. — Você vai precisar se esforçar mais. — Ele se aproximou da mesa, pegou um copo e se serviu de Bourbon, bebendo de uma vez.

— Você estava...Você estava... agradando a Caroline.

— Agradando Caroline? — ele perguntou. — Eu não entendo. — Olhou-me com dúvidas.

Joguei-lhe o olhar mais sujo que tinha e repeti calma e pausadamente. — Agradando a Caroline.

Ele ficou branco e quase cuspiu o outro copo de Bourbon que encheu. Eu não esperava aquela reação.

— Mas que porra! Me desculpe, mas você se enganou e muito. Eu cheguei às exatas sete da noite. Eu me atrasei, parei no mercado para comprar algumas coisas e quando cheguei, você não estava lá. Pensei que pudéssemos fazer algo diferente, talvez cozinhar juntos, mas estive sozinho. Estava em uma reunião, cheguei em cima da hora do nosso jantar, mas estava sozinho, o Benjamin pode confirmar para você, ele passou o dia comigo! Eu nem vi Caroline hoje.

— Isso é impossível. Eu vi você. Digo, o seu cabelo, o seu paletó. E ela... ela chamou o seu nome — disse, sentindo a dúvida ganhar vez em minha voz.

— Eu não estava lá, Nicole, eu não vi Caroline hoje. Até porque eu a hospedei no outro chalé.

— Olha, eu não sei o que está acontecendo aqui, mas eu sei o que eu vi, Sr. Colleri Tunner — disse. Eu mordo meu lábio para controlar minhas lágrimas. Também não querendo admitir que poderia estar errada. — Já sei! — afirmei, indo até a mesa e pegando o celular e mostrando o sms que ele me enviou mais cedo.

— Porra. — Quando ele me encara, quase me encolho. Ele é tão alto com aquele brilho frio e aqueles olhos azuis que parte de mim fica intimidada. Mas depois do dia que tive e do fato de que literalmente não tenho nada a perder, continuo a minha acusação.

— Eu emprestei meu celular hoje para Caroline. Ela me disse que seu aparelho estava quebrado. Ela deve ter apagado a minha via da mensagem e tramado algo para que você ficasse irritada comigo. — boca se apertou em uma carranca furiosa. — Se não acredita em mim, fale com benjamim. Vou arrumar as malditas gravações de segurança garantindo que eu estava atrasado e em reunião.

Encarei com meus grandes olhos. Ele examinou por um instante.

— Mas isso não significa que eu vou desculpar você tão facilmente depois dessas acusações. Eu já havia lhe dito. Não sou um maldito mentiroso. — rosna, o rosto duro em fúria.

Ok. Agora eu me senti muito mal.

— Deus, eu senti sua falta. Ainda cheira a bala de goma — disse sorrindo.

Sorri também.

Aproximei meu rosto do dele e o beijei. Não foi delicado, foi exigente, assim como eu precisava; ele abriu a boca para receber a minha e me devolveu com a mesma intensidade o beijo. Sua boca estava quente, seu hálito, com gosto de menta. Ele segurou com mais força meu cabelo, não o suficiente para machucar, e desceu com beijos suculentos pelo meu pescoço. Eu gemia descontroladamente. Minha boceta foi se apertando, meu corpo ansiando para tê-lo dentro de mim; eu estava tão molhada, que a impressão que eu tinha era que, se Colle não me desse alívio, eu morreria.

Levantei e fiquei parada no meio das suas pernas. Desamarrei o laço frouxo do meu roupão e o abri. Fiquei completamente nua, o ar frio da noite fazendo com que o bico rosado dos meus seios ficassem maiores, minha pele arrepiada. Não sei se era por causa das bebidas, mas eu não estava envergonhada. Aproximei-me e tentei empurrá-lo para que se deitasse. Eu precisava do alívio, precisava montar nele e só ele poderia me dar.

Ele se inclina e suga um mamilo com a boca. Uma legião de borboletas salta em minha barriga. Eu deixo cair minha cabeça para trás, enquanto minhas costas arqueiam, empurrando meu peito para frente. Uma mão segura meu outro seio, beliscando o mamilo entre os dedos e dando-lhe um puxão de vista. Ele não para de trabalhar em mim até que meus mamilos estejam apontados em picos rígidos.

A sua barba por fazer raspa no meu estômago enquanto ele o arrasta para baixo em direção ao ápice das minhas coxas. Ao longo do caminho, seus dedos brincam com os lábios inchados da minha boceta.

— Eu preciso de você. — A fome queima brilhante por trás dos meus olhos.

Sua língua lambe minha fenda até meu clitóris. Ele suga o feixe de nervos em sua boca com tanta força que eu tenho que morder meu lábio para não gritar. Sua língua continua a lamber enquanto a sucção de seus lábios cria uma doce dor dentro de mim que precisa ser preenchida. Ele aumenta a pressão uma vez antes de soltar com um estalo alto.

— Você tem um gosto ainda mais doce do que a primeira vez.

O calor de sua respiração sopra contra minha pele, acendendo um fogo de necessidade dentro de mim.

— Mais. Eu preciso de mais. — Minhas mãos descem por vontade para agarrar seus cabelos. O seu nariz roça a parte interna da minha coxa enquanto seus polegares mordem a reentrância dos meus quadris.

— Eu quero que sua língua me foda. — Minha respiração é rápida e superficial.

Mas quando olho para baixo, ele está mais distante. Ele se afasta.

— Não. — Suas palavras pairam no ar entre nós, um lembrete sombrio de quão mal eu estraguei as coisas.

Ele passa a mão sobre meu clitóris inchado, e sorri como um maldito diabo.

— Eu sinto muito, Nicole — sua voz demonstrava mais decepção que eu. — Mas é isso que uma menina má recebe.

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