Na manhã seguinte acordei com uma tremenda dor de cabeça. Levantei devagar, e, quando olhei para o lado e vi o copo de café já frio, lembrei-me da humilhante noite passada. Não tão ruim... minha consciência insistia em dizer. Ele me beijou. Ele me tocou. E eu tirei a roupa para ele.
Oh, não, senti o rubor queimar o meu rosto.
Minutos depois, quando saí do banho, coloquei apenas uma camisola de seda. Eu não pretendia sair de casa, preferia me esconder de vergonha. Liguei para Maria e ela insistiu em passar o restante do dia com Nicholas. Imaginado, ela que eu e Colle tivemos uma noite incrível e quente juntos.
— Apenas quero que aproveite com Sr. Colle — ela disse, tentando parecer inocente.
Não se passaram minutos até que meu celular tocasse e fosse Colleri do outro lado da linha.
— Nicole, estou na sala. — — Sua voz profunda vibra contra meu ouvido através do celular
— Na sala?
— Sim... Bem... Não achei certo deixar você sozinha. Eu passei a maior parte da noite na poltrona do seu quarto. Mas quando amanheceu, fui até a loja comprar café. Eu posso subir?
— Sim, claro.
Logo Colle subiu com uma sacola da Starbucks contendo café e Donuts.
— Agradeço, está uma delícia — falei de boca cheia.
Ele riu.
— Achei que teria fome depois de ontem.
Deixo cair meu rosto em minhas mãos.
— Merda. Estou tão envergonhada. Eu fiz besteira, realmente não tenho costume de beber daquele jeito, e sobre...bem, eu ter tirado a roupa. — Eu nem consigo completar a frase eu olho para o chão, para qualquer outro lugar. Menos pra ele.
— Isso te excitou? — Pergunta baixo, sua voz tão áspera. Não sei se tem a ver com o fato de ele ter acordado a pouco tempo ou com fato de que que ele queria isso tão quanto eu. Ethan apoiou o café na cômoda e levantou meu queixo com a mão.
— Não precisa se envergonhar, você é mulher e tem as suas necessidades.
Aquilo não estava funcionando, eu ruborizava mais e mais, se abrisse uma cratera ali e me engolisse, eu não me importaria.
— Apenas me diga o que quer, e se ainda quer?
Olhei com dúvidas para ele. Onde ele estava querendo chegar?
— Eu... eu não sei... — peguei-me gaguejando.
— Eu vou te ajudar — disse, dando a volta e sentando atrás de mim na minha cama. Ele se aproximou, seus lábios próximos ao meu ouvido, sua respiração causando arrepios no meu corpo. — Apenas diga para eu parar. E, então, sairei por aquela porta.
Fiquei calada. Eu o queria, só estava sóbria demais para ter coragem de
falar.
— Você quer que eu pare? — Ele passou os braços por baixo dos meus, sem pressa e começou a acariciar meus seios. Segurou-os em suas mãos em um movimento torturante, massageando o bico entre o indicador e polegar até que meus bicos longos estivessem duros, doloridos e clamando por seus lábios.
Soltei um gemido abafado e joguei minha cabeça para trás. Ele passou a língua circulando suavemente e chupou o meu pescoço e nuca, enquanto continuava massageando meu bico do peito por cima da camisola.
Ah, não faça isso, apenas me toque! Droga!
—Aqui? — ele disse, descendo a mão pausadamente sobre a parte interna da minha coxa, mas ainda longe demais do meu objetivo. — Ou aqui? — disse, com a mão próxima ao meu quadril.
— Mais para baixo, — quase grito. Eu estou tremendo do meu orgasmo sendo negado. Minha boceta está melando a cama embaixo de mim, e a única coisa que eu consigo fazer é implorar.
Parecendo frustrado com a minha falta de palavras, ele sai de trás de mim, e senta na minha frente, eu ainda estou na mesma posição, mas agora meus braços sustentam o peso do meu corpo quase deitado sobre a cama.
— Eu preciso de você. — Quase rosno. É a única maneira de expressar minha frustração, já que não há como me livrar dessa dor latente.
Colleri estende a mão e segura minha bochecha, roçando a ponta áspera e calejada de seu polegar com ternura. O cheiro característico da minha boceta paira no ar, como um lembrete diabólico do que estamos fazendo.
— Onde quer que eu te toque?
Ele abriu minhas pernas em um puxão de uma vez.
— Tão linda... — Ele passou o dedo lentamente pelas minhas dobras úmidas enquanto me olhava. — Porra, você tá tão molhada. — Soltei um gemido alto quando ele pressionou o dedo na minha pequena protuberância inchada.
— Isso querida... é aqui? É assim que você gosta?
Ele pressionou meu clitóris e começou com movimentos lentos e sensuais. Comecei a empurrar lentamente o quadril na direção da sua mão. De novo ele cessou os movimentos. Choraminguei com raiva.
— Colle! Não pare, por favor!
— Não parar o que, baby? De tocar a sua buceta?

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O bebê do bilionário
Está faltando capítulos autora...
Cadê o resto dos capítulos?...