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O bebê do bilionário romance Capítulo 41

— Ele brinca com o dedo de leve, para cima e para baixo do meu Clitóris. — Seu clitóris está tão inchado que está saindo do meio dos lábios da sua boceta, amor. Tá tão durinho, você está tão molhada, que está escorrendo por sua coxa. — Ele leva essa mesma umidade para seus dedos e esfrega com um pouco mais de pressão na minha terminação nervosa.

Não sei por que, mais ouvi-lo falar tão sujo me encheu ainda mais de tesão, eu precisava gozar, precisava que ele me tocasse, mais rápido. Isso era torturante. Acenei que sim.

— Diga — ele ordenou. — Diga ou vou deixa-la aqui, com a sua boceta pingando por mim. Seja uma boa menina Nicole. Você sabe que meninas más, não ganham a sua recompensa.

Oh, merda.

— Toca a minha boceta colle, toque-me até eu gozar — disse baixo.

— Isso, querida. Agora de novo.

Calor inunda meu corpo. Não tem nada a ver com o calor do meu quarto e sim, tudo a ver com a forma como seus olhos azuis me avaliam após minha confissão.

Repeti mais alto. Ethan se aproximou, abaixou os copos de seda da minha camisola, expondo meus seios, e os chupou, passando a língua torturante e lentamente em volta de cada um deles, enquanto masturbava minha buceta. Eu podia sentir seus dedos deslizando com facilidade, sobre meu Clitóris endurecido e sensível. Meu corpo todo tremia.

Tão perto, eu estava tão perto.

Ele enfiou dois dedos dentro da mim, enquanto continuava a massagear meu clitóris com o polegar, e eu perdi totalmente a vergonha quando resolvi que o melhor ângulo seria praticamente cavalgar na sua mão. Quando senti meu núcleo se apertando, sabia que ia gozar. Ele pressionou com um pouco mais de força meu clitóris e foi como se, por um momento, eu perdesse a consciência. Aquilo foi bom para cacete. Senti fogos de artifícios serem estourados dentro de mim e meu corpo tremer. Quando finalmente abri os olhos e olhei para o lado, vi Ethan com um sorriso de orelha a orelha, como uma criança após ganhar seu brinquedo predileto. Ousadamente, retirou os dedos que eu nem tinha percebido que ainda estavam em mim, e os chupou.

Santo Deus.

— Você é tão gostosa — ele disse. — Tão linda. — Acariciou meu rosto. — Você deixa doido Nicole.

Aqueles mesmos dedos que estavam em mim, ele enfiou em meus lábios.

— Sinta a porra do seu gosto doce, amor. Eu suguei seus dedos longos, apreciando o gosto adocicado de mim mesma. Os meus olhos seguiram por todo o seu corpo, até que reparei o volume em sua calça de moletom. Onde havia claramente uma enorme ereção. Quando olhei para cima, seu olhar encontrou o meu.

— Err... Bem... Será que você precisa de ajuda com isso? — perguntei um pouco tímida.

Nada mais justo que devolver o grande, GRANDE favor que ele há pouco havia me feito. Eu nunca havia feito sexo oral ou masturbado ninguém, nem mesmo Luck há anos. Eu já havia visto vídeos, as próprias meninas já tinham me descrito a sensação, mas eu nunca havia feito, estava até curiosa.

— Tá tudo bem — ele disse. — Você não precisa se incomodar, eu queria fazer isso para você.

— Eu também quero — disse com suavidade. Quero provar você.

— Tem certeza? Porque jesus, depois que eu tiver sua boca no meu pau, eu não sei se vou conseguir parar.

Eu não respondi, eu fui até a ele, que se levantou enquanto eu fiquei sentada sobre minhas pernas na beirada da cama.

Ethan abaixou a calça de moletom e a cueca box, ficando nu. Ele acariciou o pênis algumas vezes antes de “oferecê-lo” para mim. Confesso que fiquei apreensiva, não sabia o que fazer e tive medo de machucá-lo. Ele estava totalmente raspado, eu nunca havia visto nada assim; era tão grande, grosso e tão duro que estava meio curvado. Da sua cabeça saia um líquido lubrificante transparente que escorria pelo seu pau todo. Comecei a friccionar minhas pernas só de imaginar como seria bom tê-lo todo dentro de mim.

— Eu nunca fiz isso — disse corando.

Ele me olhou com olhos surpresos, logo depois um escurecimento que eu nunca vi tomou conta dos seus olhos. — Nunca?

Ahh... Isso, amor, com um pouco mais de pressão — ele falou entre os dentes. Olhei para cima e vi que os seus olhos estavam fechados e ombros jogados para trás, em êxtase de prazer.

Colle segurava meu cabelo com força enquanto ele fodia a minha boca.

—Sua boca foi feita para foder. — Ele puxa todo o caminho para fora novamente. —Tão quente e úmida e flexível. — Impulso. — Acho que você tem uma fixação oral. Você não só gosta de beijar, mas também pega meu pau tão bem no fundo da sua garganta. Você vai me deixar encher essa boca com meu esperma e depois engolir cada gota, não vai?

Eu balancei a cabeça, minha boca muito cheia de pau para eu se quer responder. Elevei meus olhos azuis para ele, enquanto chupava todo o seu pau.

— Oh, porra. Isso, olha para mim enquanto eu encho a sua boca de porra.

Eu tinha ouvido todo tipo de boato. Algumas mulheres gostavam que gozassem na sua boca. Outras odiavam. Eu queria ter minha própria opinião. Quando a respiração de Colle ficou mais rápida e incoerente, eu sabia que ele estava próximo de gozar, seu pau duro como uma rocha, dançando com maestria dentro da minha boca. Desci por um segundo e chupei cada saco, depois voltei a chupar seu pau. Ele tentou afastar a minha cabeça, porque merda, eu tinha certeza que vinha muito gozo. Mas eu consegui abocanhar seu pau, que latejava enquanto ele gozava de forma brutal na minha boca. Seu gozo era salgado e grosso. Ele segurou meu cabelo enquanto eu sugava cada gota, deixando seu pau totalmente limpo.

Quando levantei o olhar, Não posso lutar contra o sorriso que puxa meus lábios para cima. Colleri me olha como um homem apaixonado, nem que seja pela minha boca, mas ele me olha com tanto calor que meu coração acelera.

— Isso foi maravilhoso, amor. Espere um pouco, fique aí.

Ethan andou nu até o banheiro e trouxe a pequena toalha de rosto umedecida com água morna. Ele pediu para que eu abrisse as pernas me limpou carinhosamente. Quando ele voltou e foi catando as suas roupas do chão, confesso que fiquei chateada. Pensei que depois do que tínhamos feito um com o outro, ele poderia ficar ali comigo. Comecei a endireitar minhas roupas também e vesti um robe de seda por cima da camisola. Virei-me para a janela, não queria ter que o ver indo embora depois de tudo. Senti sua presença atrás de mim e ele começou a alisar a extensão dos meus braços para cima e para baixo. Eu não reagi. Continuava chateada.

— Nicole? — Saiu de trás de mim e parou ao meu lado. — O que há de errado?

— Nada — respondi.

— Não parece ser nada

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