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O Bilionário Obcecado e a Babá Virgem do Clube Proibido romance Capítulo 198

POV/ ISADORA

Ele me encarou fixamente, os olhos castanhos brilhando com uma admiração genuína.

— Você é incrível, Isadora.

— Ah, para com isso... — ri, tentando disfarçar o impacto do elogio.

— Não, é sério. Você é incrível. É uma mulher que se garante, intensa, que sabe o valor e o poder que tem. Eu nunca conheci ninguém como você.

Aquelas palavras me atingiram mais forte do que qualquer beijo. Ele me via. Não a "Isadora do Clube", mas a Isadora, só a Isadora.

Subi para o quarto primeiro, pedindo que ele me desse alguns minutos. Tomei um banho rápido, mas minucioso. Passei camadas de óleo e creme, deixando minha pele acetinada e perfumada. Escolhi uma lingerie de renda preta provocante e, por cima, o vestido que eu planejei usar para deixá-lo louco desde o início da viagem.

Quando saí do banheiro, Mathew estava sentado perto da janela, observando as luzes de Balneário com o queixo apoiado na mão. Ele parecia perdido em pensamentos até ouvir o som dos meus passos. Quando ele se virou e me viu, o ar pareceu sumir do quarto.

— Vai ficar só olhando ou vai fazer alguma coisa? — provoquei, parando no meio do quarto.

Ele engoliu seco, o pomo de Adão dele se moveu com força. Mathew levantou-se com aquela postura impecável e caminhou até mim. Dessa vez, não houve hesitação. Ele me puxou para um beijo que carregava toda a urgência e sussurrou contra meus lábios.

— Eu vou fazer você ser minha. Da forma certa.

Ele desceu os beijos para o meu pescoço, e cada toque da boca dele era como uma carícia de veludo. Suas mãos grandes subiram pelas minhas pernas, apertando minhas coxas com uma possessividade que me fez perder o equilíbrio. Quando ele segurou minha bunda e me levantou, instintivamente cruzei minhas pernas na cintura dele.

Eu estava tão úmida, tão entregue, que tive certeza de que ele conseguia sentir meu desejo através do tecido fino, pressionado contra a barriga dele. Mathew afastou meu rosto gentilmente e jogou meu cabelo para trás, olhando-me nos olhos. Ele passou o polegar pela minha bochecha com uma delicadeza que eu nunca tinha experimentado. Nem na minha primeira vez eu fui tratada com tanto carinho.

— Você é linda, Isadora — ele murmurou, como se estivesse diante de algo sagrado.

O Mathew me levou para a cama com uma urgência controlada que me deixava em brasa. Eu estava pronta para o ritual de sempre tirar a roupa, me posicionar, performar. Mas ele tinha outros planos. Em um movimento brusco e carregado de desejo, ele segurou a gola do meu vestido e o rasgou de cima a baixo. O som do tecido se partindo foi o gatilho para o meu coração disparar.

Ele me deitou na cama e recuou um passo, ficando em pé apenas para me observar. Ali, apenas de calcinha e sutiã de renda, sob o olhar clínico e devoto dele, eu senti algo que nunca imaginei sentir: vergonha. Eu, que já tinha sido olhada por centenas de homens, levei a mão ao rosto para me esconder.

— Nossa... você sabe mesmo como tirar um sutiã — brinquei, a voz falhando.

— Eu sei fazer muito mais do que isso — ele sussurrou contra a minha boca, antes de soltar o fecho com uma facilidade impressionante.

Meus seios, pequenos e firmes, cabiam perfeitamente nas palmas das mãos dele. O Mathew os tratou como se fossem joias; ele mordiscava, beijava e apertava com a medida exata de força e carinho. Eu estava assustada. O sexo que eu conhecia era uma transação, um trabalho, ou um passatempo para preencher a carência. Aquilo ali era... conexão.

Tentei levar as mãos até ele, querendo retribuir, querendo "servir" como eu sempre fiz, mas ele segurou meus pulsos gentilmente acima da minha cabeça.

— Agora não — ele ordenou, a voz rouca. — Eu tenho a noite inteira para você me tocar. Agora, eu quero você.

Ele desceu. Minha calcinha foi descartada e eu me senti vulnerável como nunca. Eu sabia que era considerada com “uma buceta perfeita" lá no clube, com meus lábios pequenos e delicados, mas sob o olhar do Mathew, eu me senti apenas eu. Ele passou os dedos com um cuidado infinito, sentindo como eu estava encharcada por ele. Inseriu um dedo, depois dois, fazendo movimentos lentos que me faziam arquear as costas.

Então, ele fez o que eu nunca achei que um homem faria por mim sem que eu pedisse: ele me beijou ali.

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