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O Bilionário Obcecado e a Babá Virgem do Clube Proibido romance Capítulo 251

📢 NOTA DA AUTORA: O IMPÉRIO CONTINUA!

Oi, meus amores! Sentiram saudades do nosso Imperador e da sua Clara? 🖤

Atendendo a pedidos de algumas leitoras (e porque eu também não consegui me despedir totalmente deles!), decidi trazer algo muito especial: Capítulos Extras! Vou liberar cerca de 10 capítulos especiais focando nesses 10 anos que se passaram no epílogo. Vamos ver de perto a rotina, os desafios da maternidade real, a possessividade do Adrian enfrentando fraldas e, claro, o fogo que nunca apaga entre esse casal.

🚀 ME AJUDEM A CHEGAR NO TOP 10!

Minha história não é exclusiva da plataforma, então eu dependo 100% de vocês para subir no ranking. Se você ama Adrian e Clara que ganhará o livro que terá o nome "O Vício do Imperador", eu preciso da ajuda de vocês, aqui na plataforma.

Comentários em todos os capítulos;

Curtidas e Avaliações (estrelinhas!);

Compartilhamentos.

📖 LIVRO FÍSICO & PRÉ-VENDA

Preparem os corações! Teremos o livro físico de O Vício do Imperador.

Data da Pré-Venda: 10 de Abril.

Brindes Exclusivos: Quem participar da pré-venda vai ganhar ilustrações oficiais e poderá me ajudar a escolher a playlist oficial do livro.

📱 VAMOS CONVERSAR?

Querem sugerir um ponto de vista? Querem saber mais da Isadora, do Mateus ou de algum momento específico desses 10 anos? Comentem aqui! Vou tentar trazer pelo menos dois capítulos por semana.

I*******m: @nanda-errica (Me sigam para spoilers!)

W******p para informações da Pré-Venda: (62) 98519-3544

POV/ CLARA

O Ritmo do Império: Madrugadas e Mamadeiras

O choro atravessou o meu sonho como uma lâmina fina, cortando o pouco de descanso que eu tinha conseguido conquistar. Meus olhos arderam ao abrir, e a primeira coisa que senti foi a fisgada latejante na minha lombar, um lembrete cruel de que a ergonomia daquela poltrona de amamentação era uma piada de mau gosto.

Eu não estava na cama. De novo.

Tentei me levantar do canto do quarto dos bebês, mas meu corpo pesava uma tonelada. Eu me sentia horrível. Meu cabelo, que Adrian tanto gostava de enrolar nos dedos enquanto sussurrava promessas no meu ouvido, agora era um ninho de nós preso em um coque frouxo e torto. Minha camisola de seda — um presente caro dele — estava manchada de leite e eu tinha a nítida sensação de que minhas olheiras não eram mais apenas sombras, eram abismos que chegavam ao queixo. Naquele momento, eu não era a "Esposa do Imperador"; eu era apenas uma mulher exausta, sentindo-se a criatura mais feia e desleixada do mundo.

— Calma, Isa, meu amor... a mamãe está aqui — sussurrei, a voz falhando, rouca de sono.

Geovana voltou sorrindo e me entregou a mamadeira da Isa, enquanto Ângela, com uma delicadeza impressionante, se aproximou do berço de Helena. Ela deu a mamadeira para a irmãzinha que, mesmo dormindo, começou a mamar instintivamente. Foi um momento de paz absoluta.

Quando terminaram, Isa adormeceu rapidamente. Ajeitei as duas nos berços, sentindo um alívio físico e emocional. Dei um beijo na testa de Geovana e de Ângela.

— Obrigada pela ajuda, meninas. Agora, voltem para a cama... amanhã vocês precisam estar descansadas. Amanhã é o nosso sábado!

O "nosso sábado" era sagrado. O dia de comer besteiras e assistir aos mesmos filmes de sempre — geralmente Frozen, pela milésima vez. Elas assentiram, ainda cambaleando de sono, e voltaram para o quarto delas.

Fiquei ali, no silêncio absoluto da madrugada, e meus olhos bateram no calendário digital sobre a cômoda: 10 de Janeiro.

Faltavam apenas onze dias para o meu primeiro aniversário de casamento. Um ano desde que eu tinha dito "sim" para o Imperador diante do mundo.

Suspirei, encostando a cabeça no encosto da poltrona enquanto sentia o peso do dia nos meus ombros. Se me perguntassem um ano atrás, eu imaginaria que a essa altura estaríamos em uma viagem luxuosa por Capri ou Paris, ou que eu estaria desfrutando da vida de rainha ociosa que Adrian tanto queria me dar. Mas a realidade era muito mais caótica: as meninas de férias, a rotina doméstica me engolindo, o corpo doído e uma exaustão que parecia ter criado raízes na minha alma.

Eu me sentia feia com aquela camisola gasta e o cheiro de leite azedo, mas ao olhar para o rostinho de Isadora, uma percepção aguda me atingiu. Eu não estava vivendo o conto de fadas que as revistas de fofoca pintavam sobre a "Esposa de Adrian Cavallieri". Eu estava vivendo algo muito mais real, visceral e cansativo. E havia uma paz estranha em saber que eu tinha construído isso.

O problema era que o cansaço às vezes me fazia esquecer da mulher que Adrian desejava. Eu me sentia insegura com as mudanças no meu corpo, sentia saudades da "Clara mulher", mas sentia ainda mais falta dele. Adrian tinha sido impecável nesses meses: diminuiu o ritmo de trabalho, trocava fraldas na madrugada sem reclamar, ajudava Geovana e Ângela com as lições e me mandava mensagens de amor o dia todo. Ele era um pai e marido perfeito, mas eu sabia que, por baixo da paciência dele, existia um homem sentindo falta da sua dose diária de vício.

Sentíamos falta de sermos apenas nós dois, longe das mamadeiras e dos choros, recuperando o território que era nosso por direito.

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