POV/ ADRIAN
— Eu disse que ia doer um pouco, meu amor — sussurrei, caminhando em círculos lentos, sentindo a descarga de adrenalina ao tê-la imobilizada e vulnerável sob a luz carmim doentia. — Mas garanto que você vai gostar do que vem a seguir muito mais do que eu.
Clara era uma visão de caos e beleza, feita de cordas pretas e pele trêmula. O espelho devolvia a imagem exata do que ela representava agora: uma prisioneira do meu desejo mais sombrio. Parei a centímetros de seu ouvido, sentindo o calor febril que emanava dela, o cheiro do medo misturado ao perfume de frutas vermelhas que eu tanto conhecia.
— Este espelho não está aqui por acaso, Clara — sibilei, meus olhos fixos no reflexo de seus olhos arregalados, que buscavam os meus desesperadamente. — Eu quero que você veja. Quero que você assista ao momento exato em que a sua vontade é esmagada pela minha. Você entendeu?
Ela assentiu levemente, um movimento quebrado. Uma lágrima solitária escapou, traçando um caminho brilhante pelo seu rosto antes de ser absorvida pela fita que selava sua boca. Se era tristeza, medo ou um desejo que ela se recusava a admitir, eu não me importava; naquele momento, eu só precisava da sua submissão absoluta.
Peguei chicote de borracha flexível, usado para alinhar gado;
— Amor vou te dar dez chicotadas para você aprender a nunca mais ficar seminua na frente de outras pessoas. Ok. — Ela me olhou pelos reflexos com olhos esbugalhados. Eu sorri de volta para ela no espelho
ESTALO. Não bati muito forte, não queria feri-la, mas ela era branca então ficou levemente marcada.
O chicote atingiu a carne macia de sua nádega esquerda. O corpo dela deu um solavanco nas amarras, e um som abafado de surpresa saiu por trás da fita.
— Um — contei calmamente.
ESTALO. Nádega direita. E continuei batendo e contando em voz alta.
No sexto a pele começou a mudar de cor, de rosa vibrante para vermelho surgindo onde a corda a beijava.
Continuei o castigo com uma precisão cirúrgica. Depois de cada golpe, eu deslizava a corda pelas suas costas, aumentando a antecipação dos golpes e percebi o suor frio que começou a brotar pelas costas.
— Você nunca mais vai usar esse maiô — sibilei após o oitavo golpe, minha voz um trovão baixo no silêncio do quarto.
Nono golpe
— Você nunca mais vai se expor. O seu corpo é o meu santuário, Clara. A sua vida, os seus problemas, cada respiração que você dá... tudo isso me pertence.
No décimo golpe, os dois lados da bunda dela estava marcada por trilhas vermelhas e quentes.
— Foi bom clara? — perguntei
Ela acenou e isso me aliviou.
Larguei o chicote e peguei a tesoura sobre a mesa de apoio. O metal brilhou sob a luz carmim, frio e implacável. Posicionei-me atrás dela; Clara não podia ver a lâmina, mas fiz questão que sentisse o perigo. Deslizei a ponta gelada pelas suas costas, descendo lentamente até encontrar a tira do maiô. Pelo espelho, meus olhos encontraram os dela. Eu queria que ela visse a minha frieza enquanto eu a desnudava.
Com um movimento preciso, enfiei a lâmina por baixo da tira fina do maiô, logo acima do cóccix. O som do tecido se rompendo foi o veredito final. Retirei o pano com cuidado, sentindo como ele estava colado à pele pela umidade dela. Continuei o corte lateral, reduzindo a parte de baixo daquela peça a um trapo inútil. O pano caiu, deixando-a completamente sua intimidade desprotegida e aberta para mim. No espelho, o rosto dela se contorceu; ela não podia ver o que eu via nas suas costas, mas podia ver em meus olhos o quanto eu estava apreciando sua nudez.
Afastei suas pernas um pouco mais. Sua intimidade pulsava, uma reação involuntária ao medo e à dor.
— Olhe para você — disse, passando os dedos pelas marcas vermelhas que deixei em sua bunda antes de deslizar um dedo para o centro de suas pernas. — Tão molhada para o seu carrasco. Agora... agora eu vou brincar com você do jeito que eu planejei desde que te vi entrar naquele mar.
Deslizei minha mão por suas coxas que estavam espremidas pela fita, e dei vários beijinhos pela lateral até a bunda vermelha. Ela arqueou as costas e se contorceu nas amarras. Ela soltou um ruído abafado pela fita, tentando se afastar, mas não havia para onde ir. Inseri novamente o dedo, sentindo como ela estava apertada e fervendo, e logo em seguida o segundo. Comecei um movimento lento, ritmado, vendo-a se contorcer no espelho. Retirei meus dedos, brilhando com o mel dela sob a luz vermelha, e levei-os diretamente à minha boca, saboreando-a para que visse no reflexo.
— Você tem um gosto viciante — sussurrei, voltando a mergulhar os dedos nela, dessa vez com mais força. — Sinta isso. Veja o que eu faço com você.


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Os comentários dos leitores sobre o romance: O Bilionário Obcecado e a Babá Virgem do Clube Proibido