POV/ ADRIAN
Caminhei até a frente dela. Peguei a tesoura novamente, sentindo o peso do metal em minha mão. Ela achou que eu tinha terminado com aquela peça de pano imunda, mas eu queria que ela testemunhasse a destruição. Posicionei a lâmina sob as alças do maiô, bem entre seus seios, e cortei. Depois, desci pelas laterais com precisão brutal, retalhando o tecido até que os últimos restos caíssem no chão, deixando-a inteiramente nua diante do meu olhar e do reflexo no espelho.
Arranquei a fita de sua boca com um movimento seco.
— Eu disse que você nunca mais usaria isso — murmurei, chutando os trapos pretos para longe como se fossem lixo.
— Você não pode... você não pode rasgar minhas coisas... — ela sussurrou. A voz estava fraca, mas ainda carregava um rastro daquela rebeldia que tanto me instigava.
Aproximei-me, fechando minha mão em volta do seu pescoço. Não apertei para sufocar, mas para reivindicar cada centímetro dela.
— Eu posso fazer tudo o que eu quiser com você, Clara. Porque você é minha.
Dei dois t***s curtos e rítmicos em seu rosto, um lembrete de quem estava no controle, e enfiei meu dedo em sua boca de forma violenta, forçando-a a aceitar minha invasão antes de deslizar pelos seus lábios úmidos. Ela gemeu — um som que não carregava mais dor, mas sim uma rendição absoluta ao prazer que eu estava forçando sobre seu corpo.
Libertei meu membro da calça, sentindo o ar frio da suíte contra a minha pele quente e pulsante. Eu estava no meu limite absoluto, a pressão na virilha exigindo alívio. Posicionei-me diante do seu rosto.
— Abre a boca — ordenei.
Inseri meu pau com força, segurando-a firmemente pelos cabelos para ditar o ritmo. Virei o pescoço para cima, fechando os olhos por um instante enquanto minha mente vagava por pensamentos desconexos para tentar prolongar o momento. Quando senti o ápice chegando, a urgência de gozar subindo pelo meu corpo, afastei-me bruscamente.
— Caralho, amor... eu te amo — a confissão saiu rouca, quase um rosnado.
— Está doendo? — sussurrei contra a sua pele quente.
— Um pouco... — ela arfou, a voz embriagada de sensações que ela mal conseguia processar.
Envolvi meu membro e espalhei o lubrificante por toda a sua extensão até que estivesse brilhando sob a luz carmim da suíte. Retirei o plug anal definitivamente. Posicionei-me entre suas pernas suspensas, sentindo o calor febril que emanava dela. Encostei a cabeça do meu pau em sua abertura estreita e comecei a entrar devagar, milímetro por milímetro.
Clara soltou um grito contido que se transformou em uma sequência de "ai, ai, ai", conforme eu vencia a resistência das fibras do seu corpo.
— Olhe para o espelho, Clara — comandei, minha voz rouca enquanto eu terminava de entrar nela em um movimento possessivo e profundo. — Veja quem te possui. Veja quem te governa. E veja quem agora habita cada um dos seus espaços.
Parei por alguns segundos, deixando que ela se acostumasse com a minha plenitude dentro dela. Eu a sentia pulsar, as paredes internas me apertando como se implorassem para que eu nunca saísse. Comecei a me mover com uma lentidão calculada, transformando a dor inicial em um prazer rítmico e denso. Apesar de toda a encenação de força, meus movimentos carregavam a verdade que eu raramente dizia em voz alta: eu a amava mais do que a minha própria vida.

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