POV/ ADRIAN
O quarto foi preenchido pelo som da nossa carne se encontrando. Saí de dentro dela por um instante e peguei o vibrador na bancada. Liguei-o na intensidade máxima; o zumbido preencheu o silêncio acústico. Passei o aparelho pelo seu corpo, descendo pelas costas, provocando os mamilos e contornando a curva da sua cintura, até chegar ao seu clitóris.
Aproximei-me e invadi seu ânus novamente por trás, sem retirar o plug que ainda preenchia sua vagina. Pressionei o vibrador contra o seu ponto mais sensível, bombando dentro dela com uma delicadeza cruel enquanto o aparelho trabalhava na superfície. Quando senti o corpo dela arrepiar e ela arquear a coluna no limite da suspensão, prestes a explodir, eu parei.
Retirei o estímulo bruscamente. Clara protestou, o corpo implorando pelo alívio do orgasmo que estava a um milímetro de distância.
— Ainda não, querida — sussurrei, segurando seu rosto para que ela olhasse no espelho. — Eu mando em você. Você só vai gozar quando eu quiser.
Saí de dentro dela e me sentei no carpete escuro, acomodando-me entre suas pernas que permaneciam suspensas e abertas pelas cordas. A visão era hipnotizante. Peguei o vibrador e o liguei na intensidade máxima; o zumbido era o único som na suíte além da respiração dela. Passei o aparelho entre suas coxas, sentindo a umidade e o calor que emanavam da sua pele.
Comecei a lambê-la, usando minha língua com uma precisão cirúrgica que a fazia gemer desesperadamente, enquanto o vibrador apenas roçava a lateral de sua intimidade e a parte interna das coxas, sem nunca dar o golpe final. Eu brincava com ela, levando-a até a beirada do abismo sensorial. Via o corpo dela arquear violentamente contra a estrutura de metal e suas mãos tentarem, inutilmente, se soltar das abraçadeiras de nylon.
— Por favor... — ela implorou, a voz saindo como um lamento quebrado.
Sempre que eu sentia que ela estava prestes a explodir, eu parava. Afastava-me o suficiente para que o frio do quarto a atingisse, olhava para o reflexo dela no espelho: destruída, faminta, irritada e completamente sob meu comando. Eu sorria.


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