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O Bilionário Obcecado e a Babá Virgem do Clube Proibido romance Capítulo 224

POV ADRIAN

Eu a arrastei até a maca de exames em couro negro. O metal da estrutura era gélido, um contraste brutal com o calor da pele dela. Forcei-a a se deitar de costas e posicionei suas pernas nas hastes laterais; o ângulo as mantinha escancaradas, expondo cada centímetro daquela nudez profana. Prendi as tiras de couro firmemente em torno de suas coxas e tornozelos, ouvindo o estalo seco das fivelas. Seus braços foram esticados para cima e imobilizados, deixando-a em uma crucificação de puro desejo.

Ela era uma obra de arte em carne e osso que eu desmancharia em suor. Liguei os plugues. O zumbido baixo dos vibradores preencheu o silêncio, e vi os músculos de suas pernas sofrerem o primeiro espasmo, tentando inutilmente se fechar contra a invasão mecânica.

Aproximando-me de seus seios, que subiam e desciam em um ritmo frenético, apertei a carne macia com os dedos, marcando-a. Levei um mamilo à boca, sugando-o até sentir a textura mudar sob minha língua. Quando me afastei, o metal dos prendedores brilhou.

— Isso vai garantir que você não esqueça quem dita o ritmo do seu prazer — sentenciei.

Ao prender o metal, Clara soltou um grito agudo, os tendões do seu pescoço saltando enquanto ela tentava lutar contra a contenção. A mordaça de bola preta foi a solução; forcei-a entre seus dentes e afivelei o couro na nuca. Agora, sua voz era apenas um ruído gutural de desamparo que vibrava contra minha palma.

Acendi a vela de baixa fusão. A chama dançava em minhas pupilas. Inclinei-a, deixando a primeira gota de cera líquida atingir o topo do mamilo, logo acima do metal. O corpo dela esticou-se como uma corda de violão prestes a romper, os pés forçando as amarras enquanto o choque térmico a atravessava. Pinguei repetidamente, criando uma crosta branca sobre as aréolas, enquanto ela se contorcia em um ritmo desordenado, a barriga contraindo-se a cada novo pingo.

Arranquei os prendedores — um puxão seco que a fez gemer abafado — e mordisquei a pele sensibilizada antes de selar tudo com mais cera. Desci o fio de fogo líquido pelo abdômen, mapeando as costelas e a curva da virilha, sentindo-a vibrar inteira sob o calor.

Eu precisava de mais. Deslizei a mão para a entrada da sua intimidade, onde o silicone ainda pulsava. Aumentei a frequência para o máximo, fazendo seus quadris tremerem em pequenos choques elétricos. Com um movimento brusco, removi o plugue. O som do vácuo foi seguido por um lamento úmido.

Posicionei-me entre suas pernas. A visão era absoluta: sua boceta estava exposta, pulsante e molhada. Afundei dois dedos nela enquanto minha língua encontrava o clitóris com uma agressividade faminta. Eu bebi o mel dela, sentindo as paredes internas a esmagarem meus dedos em espasmos desesperados. Com a outra mão, comecei a girar o plugue anal que restava, puxando-o milimetricamente para fora e empurrando-o de volta, deliciando-me com a forma como o esfíncter se contraía em agonia e prazer.

Clara entrou em colapso. Os punhos dela se fecharam tanto que os nós dos dedos ficaram brancos, as unhas cravando no couro da maca. Peguei a vela novamente. Meu próprio membro latejava, a pele esticada ao limite. Inclinei o fogo líquido perto da virilha, o calor servindo de aviso. A cada tentativa dela de fugir do contato, eu desferia um tapa estalado e firme diretamente em sua vagina. O estalo ecoava pelo quarto, deixando a pele escarlate.

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