POV/ ADRIAN
Eu a mantive ajoelhada ali, no centro do meu santuário. O vestido de seda vermelha, que horas antes a fazia parecer uma divindade intocável, agora era apenas um obstáculo entre mim e o que eu realmente queria possuir.
Peguei a tesoura de metal pesado sobre a mesa de apoio. O som do metal roçando me deu um prazer sombrio. Quando aproximei a lâmina da gola do vestido, Clara arregalou os olhos e tentou segurar minha mão, um reflexo de protesto.
— Não... Adrian, por favor, o vestido é lindo... — ela começou.
Dei um tapa firme e seco em sua mão, afastando-a com brutalidade. Percebi o medo surgindo pelo seu rosto, o que fez meu membro latejar.
— Não! Não faz isso! — ela grunhiu, quando a tesoura começou a mastigar o tecido de vez.
Minha outra mão subiu e atingiu seu rosto com a palma aberta. O som do tapa ecoou pelas paredes acústicas do quarto, deixando a marca vermelha da minha palma em sua pele clara.
— Eu mando aqui e você obedece — sentenciei. — Eu mando e a sua única função é obedecer. Entendeu?
Ela abaixou a cabeça, mordeu o lábio inferior e assentiu. Continuei o trabalho. O som da seda sendo rasgada pela tesoura era como música. Cortei o tecido de cima a baixo, transformando a peça de grife em trapos inúteis. Ela precisou suspender os joelhos, movendo-se com dificuldade por causa dos plugues que ainda estavam dentro dela, para que eu pudesse arrancar os restos do vestido.
Ali, apenas com a lingerie vermelha aberta e a meia arrastão, ela era perfeita. Dei alguns t***s leves no seu rosto, apenas para mantê-la alerta, e deslizei minha mão pelo seu pescoço, apertando a pele até que ela precisasse erguer o queixo. Desci a mão para seus peitos, apertando-os com força, sentindo a firmeza sob a renda, e abri a fenda da lingerie para que os bicos dos seios ficassem à mostra e desci para sua barriguinha, acariciando a pele macia com uma posse absoluta.
— De quem você é? — perguntei, forçando-a a olhar para mim.
— Sua... — ela sussurrou, a voz quebrada.
— E você vai fazer o quê?
— Passe a lingua. Agora — ordenei, e ela obedeceu com um desespero quase animal.
O prazer subiu como uma maré negra, quente e inevitável. Quando senti o ápice chegar, segurei a cabeça dela com uma força que beirava a violência, selando seus lábios contra mim para que ela não pudesse recuar. Gozei com força, inundando sua boca, sentindo as paredes da sua garganta se contraírem em espasmos de sufocamento.
— Não derrame — avisei com a voz rouca, quase um sussurro perigoso. — Se derramar uma única gota, a punição vai ser dobrada. Eu quero ver você engolindo o seu dono.
Vi o esforço hercúleo nos olhos dela. As lágrimas escorriam livremente, manchando a maquiagem perfeita da festa. Ela tentava fechar a boca, mas o excesso era demais; o reflexo de vômito venceu a vontade. Vi quando ela se engasgou, a baba branca e espessa transbordando e escorrendo pelo seu queixo, sujando a pele e caindo sobre a renda vermelha da lingerie de luxo.
Um sorriso cruel e satisfeito surgiu em meus lábios enquanto eu observava a destruição daquela imagem de "esposa perfeita".
— Você derramou, Clara. Eu avisei. — Soltei o rabo de cavalo dela e a empurrei levemente, vendo-a tossir e tentar recuperar o fôlego enquanto limpava a boca com as mãos trêmulas. — Agora, eu vou te punir de verdade. O seu aniversário está apenas começando.

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