POV ADRIAN
Eu a levei para a cama; o corpo dela ainda estava mole, úmido do banho e com a pele exalando aquele calor pós-choque. Por um segundo, vi nos olhos dela a esperança vã de que o descanso finalmente viria, mas eu tinha outros planos. Deitei-a sobre a montanha de travesseiros brancos e a imobilizei novamente. Prendi seus pulsos nas algemas flexíveis da cabeceira; ela tinha movimento para se contorcer, mas jamais para me afastar.
Para garantir que ela permanecesse exatamente onde eu queria, encaixei o separador de pernas. O metal frio e rígido forçou suas coxas para as extremidades, mantendo-as em um ângulo fixo e agressivo. Ela estava escancarada, vulnerável e sem qualquer defesa. Clara estava exausta, a pele sensibilizada e o clitóris latejando de tanto estímulo, mas a visão dela ali, exposta entre o linho branco, era o meu banquete final.
Puxei seu corpo para a beira da cama e mergulhei entre suas pernas. Minha língua a encontrou com uma voracidade renovada, focada no seu clitóris que agora estava inchado e sensível ao extremo. Eu a chupava com força, saboreando o mel que não parava de brotar. Com as mãos, apertei seus seios com firmeza, marcando a pele que já exibia um tom de vermelho vivo — um mapa de luxúria que cobria seu peito e pescoço. Clara soltou um gemido agudo, um som que misturava o choque da hipersensibilidade com o prazer que a estava sobrecarregando.
— Adrian... por favor... — ela implorava, a voz perdida entre o desejo de parar e o desespero para que eu continuasse até ela quebrar.
Enfiei dois dedos em sua boca, obrigando-a a engoli-los. Abafei seus gritos enquanto ela sentia o próprio gosto em minha pele. O contraste entre a invasão oral lá embaixo e a mordaça de carne em sua boca a deixou em um transe profundo.
Chegou a hora.
Virei-a de costas, mantendo o separador de pernas que a deixava empinada, com os quadris fixos em uma abertura obscena. O ângulo era perfeito: sua bunda estava trêmula, uma visão que desafiava meu autocontrole. Forcei seu tronco para baixo, obrigando-a a ficar de quatro. Devido ao afastamento provocado pela barra de metal, sua intimidade ficou totalmente exposta, escancarada para mim. O ânus dela estava ali, uma pequena joia proibida e vulnerável, implorando pela minha atenção.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O Bilionário Obcecado e a Babá Virgem do Clube Proibido