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O Bilionário Obcecado e a Babá Virgem do Clube Proibido romance Capítulo 227

POV ADRIAN

— Adrian.... espera.... — ela sussurrou, a voz quase sumindo entre os travesseiros.

Minha resposta foi um tapa violento em sua bunda. O som seco e estalado ecoou pelo quarto, e a marca da minha palma ficou instantaneamente branca antes de se incendiar em um vermelho vivo.

— Você vai aguentar até eu me satisfazer — sentenciei, a voz gélida.

Comecei a desferir uma série de t***s rítmicos e pesados, um atrás do outro, até que suas nádegas estivessem em brasa, latejando sob o meu toque. Enrolei meus dedos em seu rabo de cavalo e puxei sua cabeça para trás com uma brutalidade que a fez arquear o pescoço, expondo a linha da garganta. Ela soltou um gemido agudo, um som onde a agonia e o prazer lutavam pelo domínio.

— Você não tem vontade própria, Clara. Entenda isso: cada centímetro da sua pele, cada batida do seu coração e cada gota de suor pertencem a mim. Eu posso fazer o que eu quiser com você, a hora que eu quiser.

— Não... por favor... — ela implorava, mas eu via o brilho em seus olhos; era o transe da submissão total, o momento em que a mente dela finalmente se quebrava para a minha vontade.

Eu não me importava se ela aguentava ou não. Eu queria mais. Reafirmei meu domínio enterrando meu pau no rabo dela novamente, sem qualquer delicadeza. Comecei a estocar com força, um ritmo de britadeira que fazia a estrutura da cama ranger. Eu via o corpo dela sacudir, os gritos sendo abafados pelo linho dos travesseiros. Sem aviso, retirei-me e a invadi pela frente em um movimento só — fundo demais, bruto demais, sentindo a carne dela se esticar para me acomodar.

As estocadas eram secas, viscerais. Eu sentia o corpo dela se desmanchando sob o meu peso. Olhei para o relógio na parede: 23h58.

— Olha só, amor... — sussurrei, puxando seu cabelo com força enquanto a socava por dentro. — Vamos passar a virada do seu aniversário transando.

Ela não conseguia responder; apenas emitia sons desconexos, a mente em pane total.

— Eu te amo — disse, com uma voz sombria que carregava a promessa de uma ruína —, mas hoje eu vou te destruir. Você vai ficar marcada por mim para sempre.

Virei-a de frente com uma facilidade que me lembrava o quanto ela era pequena sob o meu domínio. Arranquei o separador de pernas com um movimento brusco, pouco me importando se o metal arranhava sua pele; eu precisava do calor das coxas dela contra as minhas. Prendi suas mãos acima da cabeça, os pulsos em carne viva pelas braçadeiras de couro.

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