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O Bilionário Obcecado e a Babá Virgem do Clube Proibido romance Capítulo 233

POV ADRIAN

A Itália era o cenário perfeito para consolidar o que eu já sabia: Clara era o centro do meu universo, e eu faria o mundo girar ao redor dela. Durante aquela semana, percorremos o país com a urgência de quem queria recuperar o tempo perdido. Eu a levei de Milão à Toscana, registrando cada ângulo do seu rosto contra as ruínas de Roma e os canais de Veneza. Eu tinha milhares de fotos dela em meu celular; imagens que eu guardaria como relíquias do momento em que ela finalmente pareceu entender que não precisava mais fugir.

Teve um dia em que a levei ao Estádio Olímpico para ver um amistoso entre a Seleção Brasileira e a Itália. Ver o contraste do brilho nos olhos dela com a fúria da torcida foi revigorante. Ela torcia com uma paixão que me fazia querer possui-la ali mesmo, em meio ao caos das arquibancadas.

Mas nem tudo era euforia.

Em vários momentos, notei que a cor fugia do seu rosto. Ela cambaleava levemente, o estômago reclamando de refeições que, em Porto Alegre, ela devoraria com prazer.

— É o jet lag, pequena — eu sentenciava, segurando-a pela cintura para que não caísse. — Seu corpo é frágil e não está acostumado com a pressão de voos transatlânticos e a mudança brusca de fuso.

Eu a obrigava a descansar, observando-a dormir por horas enquanto eu resolvia pendências do império pelo telefone. Eu acreditava piamente que era apenas exaustão física, o preço de uma rotina de prazer e viagens que ela nunca havia experimentado. Minha preocupação beirava a paranoia; eu não admitia que nada, nem mesmo um enjoo passageiro, estragasse a perfeição do que eu havia planejado.

Para selar a viagem, decidi pelo isolamento total. Aluguei um iate de luxo para passarmos o último fim de semana no Mediterrâneo.

— Você tem licença para pilotar isso, Adrian? — ela perguntou, rindo enquanto o vento bagunçava seus cabelos no convés.

— Com os contatos certos e os valores adequados, uma licença é apenas um pedaço de papel que aparece em minutos — respondi, assumindo o leme. — E, sinceramente, eu saberia comandar essa embarcação até no escuro. Eu sei exatamente como guiar o que me pertence.

O iate particular cortava as águas cristalinas da costa italiana como uma lâmina de aço polido. Eu havia dispensado toda a tripulação assim que ancoramos em uma enseada isolada; naquele final de semana, o único capitão ali era eu, e o meu único destino era o território do corpo de Clara.

Ver ela ali, apoiada na amurada com aquele biquíni de tiras finas que eu mesmo escolhi propositalmente pequeno e provocante , era um convite ao caos. O vento trazia o cheiro do sal e a doçura inconfundível do seu perfume de frutas vermelhas, uma mistura que embriagava meus sentidos mais do que qualquer vinho safra especial que tínhamos a bordo.

Eu não tive paciência para preliminares sociais. O desejo latejava, bruto, exigindo reivindicação.

Aproximei-me por trás, sentindo o calor do sol irradiando da pele dela. Enquanto ela sorria, maravilhada, apontando para os golfinhos que saltavam ritmicamente à distância, eu a prensei contra o metal frio da amurada. O choque térmico arrancou um arquejo de seus lábios. Não tirei o biquíni; a urgência era tamanha que apenas afastei o tecido lateral com um movimento brusco, expondo sua intimidade úmida ao ar marinho e ao meu olhar faminto.

Caí de boca ali mesmo, sem aviso.

Enterrei meu rosto entre suas pernas, explorando cada centímetro dela com a língua, devorando-a enquanto ela cravava as unhas no corrimão de inox para não desabar. Eu queria que ela sentisse a vastidão do mar enquanto eu a consumia. O som das ondas batendo no casco se fundiu ao gemido profundo que escapou da sua garganta quando enfiei dois dedos nela, dedilhando-a com uma agressividade controlada que a fazia tremer.

— Adrian... aqui não... alguém pode ver — ela sibilou, mas seu corpo a traía, arqueando-se para me dar mais acesso.

— Não há ninguém em milhas, pequena — sussurrei contra sua pele quente, subindo os beijos por sua coluna até morder a base do seu pescoço. — Só o mar, o sol e eu. E você é minha em todos os elementos.

Eu a virei de frente, forçando-a a olhar nos meus olhos enquanto eu continuava a provocá-la. Eu a queria de todas as formas, sob o sol implacável daquela tarde italiana. Depois de devorá-la com a boca, sentindo o gosto dela misturado ao sal marinho, a urgência me atingiu como uma tempestade. Enfieis dois dedos nela com força, sentindo o aperto úmido e as contrações desesperadas.

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