POV/ ADRIAN
Quando entrei na suíte principal, o ambiente estava transformado. A luz era baixa, o cheiro de frutas vermelhas estava mais forte do que nunca, e o silêncio era interrompido apenas por uma música lenta que vibrava pelo sistema de som.
No centro do quarto, Clara estava de pé. Ela não usava nada, exceto um laço de fita vermelho gigante que envolvia seu corpo, cruzando seus seios e terminando em um nó casto na altura do quadril.
— Esse é o seu presente de Natal antecipado, Adrian — ela sussurrou, os olhos brilhando com um desafio que eu não esperava.
Ela caminhou até o pole dance instalado na lateral da suíte. Eu não consegui conter o riso — um som genuíno de surpresa e diversão. Ver minha "mulher de vidro", sempre tão protegida, tentando se equilibrar e dançar para mim com aquela determinação foi a coisa mais hipnotizante que já presenciei. Ela não era uma profissional, mas o jeito que ela me olhava, como se estivesse me caçando, era mais excitante do que qualquer show que eu já tivesse visto.
— Vem aqui — eu disse, esticando a mão para puxá-la, mas ela desviou.
— Não. Hoje as regras são minhas. Sente-se.
Ela me empurrou para a poltrona e, para minha total descrença, pegou uma das fitas de seda e amarrou minhas mãos para trás. Eu poderia ter arrebentado aquilo em um segundo, mas a curiosidade e o desejo de vê-la no comando me mantiveram imóvel.
— Você está me torturando, Clara — rosnei, enquanto ela se ajoelhava entre minhas pernas.
Ela me ignorou e entregou o melhor boquete da minha vida. Sem que eu pudesse tocá-la, sem que eu pudesse ditar o ritmo. Ela usava a língua e os lábios com uma maestria que me fazia perder o fôlego, subindo o olhar para mim de vez em quando para garantir que eu estava sentindo cada milímetro daquela invasão.
Depois, ela se levantou e ficou em pé em cima da cama, bem na minha frente.
— Agora — ela ordenou, a voz firme — você vai fazer o que eu mandar.
Fui reduzido ao papel de espectador faminto enquanto ela se oferecia para mim. Eu a chupei com uma fome desesperada, meu rosto enterrado nela enquanto ela segurava minha cabeça, ditando a pressão e a velocidade. Eu só podia fazer o que ela permitia, e a sensação de estar à mercê dos seus desejos era uma droga nova e viciante.
Por fim, ela desamarrou minhas mãos e montou em mim. Clara se movimentava com uma urgência apaixonada, o corpo dela subindo e descendo com força, o rosto banhado pelo suor e pela luz da lua que entrava pela vigia.
— Eu te amo, Adrian... eu te amo tanto! — ela gemia, o som ecoando pelo quarto enquanto ela gozava, apertando-me por dentro com uma força que quase me fez apagar.
Eu a segurei pelos quadris, devolvendo o "eu te amo" com a mesma intensidade.
Clara me levou ao limite da sanidade naquela noite. Ver minha mulher, geralmente tão entregue à minha vontade, assumindo as rédeas com aquela audácia, me deixou em um estado de transe. Ela se esfregava em mim, ditando o ritmo, usando o próprio corpo para me torturar com o prazer. Quando ela atingiu o ápice, a pressão das paredes dela ao redor do meu pau foi tão absurda, tão intensa, que eu perdi o controle. Gozei apenas pela força do aperto dela, em um momento de conexão tranquila, quase pura, que destoava de toda a violência que havíamos vivido.
Mas o meu instinto de posse nunca dorme por muito tempo.
Quando ela se levantou para banhar e começar a organizar as coisas para o nosso voo, eu a segui. O vapor do banheiro já embaçava os vidros quando a alcancei.
— Isso é por ter me deixado possesso — sussurrei em seu ouvido, puxando-a para baixo do chuveiro.
Desferi dois t***s firmes em sua bunda, que ainda guardava o calor da nossa transa anterior, e a fiz pagar o tributo que eu exigia: ela se ajoelhou ali mesmo, no mármore molhado, e me serviu com uma dedicação que me fazia querer nunca mais sair dali.
Eu já conhecia cada segredo do corpo dela. Sabia exatamente onde pressionar, como usar a língua e os dedos para fazê-la desmoronar em segundos. Eu a chupei com uma agressividade faminta, enfiando os dedos nela até sentir que ela estava no ápice do delírio. Eu a possuí em todos os cantos daquele banheiro: contra o box, no chão, na banheira. O sexo era um vício, uma droga que corria nas minhas veias, e quanto mais eu a tomava, mais o meu pau latejava pronto para a próxima rodada.
Não dormimos quase nada. Acordamos no meio da noite e nos consumimos novamente. Ao amanhecer, antes mesmo de o sol tocar o convés, eu já estava dentro dela de novo. Clara estava estranhamente fogosa, uma urgência nela que parecia competir com a minha.

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