( Um capitulo especial e enorme para vocês)
POV/ ADRIAN
O domingo amanheceu com a promessa de um dia quente e ensolarado, o céu de um azul tão profundo que chegava a doer nos olhos. Depois de um café da manhã apressado no salão do iate, onde eu a observei comer com uma lentidão que me irritava profundamente — cada movimento dela parecia um desafio silencioso à minha paciência —, o desejo por Clara me atingiu com uma força incontrolável. Ela estava visivelmente exausta, com as pálpebras pesadas e os movimentos lentos, mas para um homem como eu, essa vulnerabilidade não era um sinal para parar, era um convite ao ataque. Sua fadiga só atiçava meu instinto mais primitivo de posse.
Levantei-a do assento com uma brusquidão que a fez soltar um arquejo de surpresa e a carreguei em direção ao convés superior, a parte mais exposta da embarcação. O iate estava à deriva, balançando suavemente no ritmo hipnótico da maré, enquanto o sol já escaldante começava a beijar nossa pele com uma intensidade febril. Joguei-a de costas no chão de madeira nobre de teca; o impacto do corpo dela contra a superfície rígida ecoou levemente, um som seco que deu início ao meu ritual. Ela ofegou, seus olhos azuis arregalados de choque, e suas mãos pequenas subiram para o meu peito, tentando criar um espaço que eu não estava disposto a ceder.
— Adrian, eu não quero... por favor, estou exausta — ela sussurrou, a voz fraca e trêmula, os dedos empurrando meus ombros em um protesto inútil.
— Você não tem que querer nada, Clara. Você só tem que sentir — rosnei contra o seu rosto, minha voz soando como um trovão baixo antes da tempestade. Prendi seus pulsos acima da cabeça com uma única mão, sentindo os ossos finos dela sob o meu aperto de aço.
A fúria possessiva que me habitava assumiu o controle. Rasguei a lateral do biquíni dela com um movimento violento, o som do tecido se partindo sendo o único aviso antes de expor sua intimidade, já traindo o próprio cansaço ao se mostrar úmida para mim. Sem qualquer preliminar, ataquei sua boca, silenciando seus protestos com uma selvageria que a fez gemer desesperada. Enquanto nossos lábios se misturavam em uma luta de línguas e dentes, desci minha mão livre. Meus dedos a invadiram com uma força deliberada, abrindo caminho com a violência necessária para que ela entendesse, em cada fibra do seu ser, quem era o dono daquele território. Eu não queria o consentimento dela; eu queria que o corpo dela reagisse à minha força, subjugado pela minha vontade.
O som rítmico das ondas batendo no casco era o único acompanhamento para os estalos secos da minha palma contra a sua pele macia. Bati em sua bunda repetidamente, golpes firmes e rítmicos, até que o vermelho vibrante da carne marcada se destacasse em um contraste brutal contra o dourado do sol. Ela se contorcia sob mim, lágrimas salgadas se misturando ao suor que brotava em nossas testas, mas eu não parei. Cada golpe era um selo de propriedade. Eu a queria completamente quebrada, rendida ao prazer que nasce da dor.
Libertei um de seus pulsos e enterrei meus dedos em seu cabelo, puxando sua nuca com força e forçando sua cabeça para baixo, expondo minha necessidade.
— Chupa, Clara. Agora. Sem dentes, apenas a sua garganta — a ordem não aceitava réplicas. Era um comando do Imperador para sua súbdita.
Ela obedeceu, os olhos fechados com força, a boca quente e úvida acolhendo meu pau que latejava com o sangue pulsante da minha excitação doentia. Eu a forcei a ir fundo, querendo que ela sentisse o gosto da minha dominação, a dimensão exata do homem que a possuía. Seus gemidos abafados e a luta por oxigênio eram a música mais doce que eu já tinha ouvido.
Quando a puxei de volta para cima, o corpo dela estava em brasa, a pele marcada e trêmula. Posicionei-me entre suas pernas abertas, que agora tremiam sem controle, e a penetrei com um golpe seco e profundo. Queria que ela sentisse que, mesmo ali, isolados pela imensidão azul do oceano, não havia lugar no universo onde ela pudesse se esconder de mim. Ela era meu porto, minha tempestade e meu troféu.
As estocadas eram brutais, o som do impacto de nossos corpos chocando-se contra o convés abafando o som do mar. Eu a penetrava com a ferocidade de um conquistador que precisa marcar cada centímetro de solo virgem, de dentro para fora, deixando cicatrizes invisíveis na sua alma. Peguei seus seios com as duas mãos, apertando-os com uma força que certamente deixaria marcas, querendo vê-la se desintegrar sob o meu toque. Ela gritava meu nome, a voz rouca de tanto clamar, enquanto seu corpo entrava em espasmos de puro terror e prazer.
Gozamos juntos sob o sol implacável, um grito abafado que se perdeu no vento e foi engolido pela imensidão do mar. Foi uma explosão de êxtase negro que me deixou ofegante, drenado e momentaneamente saciado. Deitei-me ao lado dela no convés, observando os pulsos e a bunda vermelhos, as marcas claras do meu domínio absoluto. Ela chorava baixinho, os ombros sacudindo, mas quando seus olhos encontraram os meus, vi o que eu buscava: aquela centelha de aceitação, o reconhecimento de que ela pertencia ao monstro.
— Minha — sussurrei, arrastando o polegar por seus lábios inchados, substituindo a selvageria por uma doçura possessiva que só vinha depois que eu a quebrava. — Minha e de mais ninguém. Nem o mar pode te tirar de mim.
Ela apenas acenou com a cabeça, entregue à exaustão e ao contrato silencioso que tínhamos assinado naquele convés. Naquele dia, no meio do nada, Clara aprendeu que o meu amor era uma prisão de ouro, e que a minha posse não conhecia limites geográficos ou morais.

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