POv/ Adrian
Eu me agachei entre as pernas dela, que estavam abertas em um "V" imenso e exposto na cruz. Minha respiração falhou. Ali, de cabeça para baixo, a intimidade dela parecia se oferecer para mim em toda a sua glória. O buraquinho pequeno, de uma cor de pêssego maduro, se contraía de forma involuntária, pulsando e lambuzando-se com uma umidade clara que brilhava sob a luz.
O cheiro de baunilha dela, agora misturado ao cheiro metálico da excitação, me atingiu como um soco. Eu me torturava apenas olhando. Minha mão desceu para o meu próprio pau, que latejava tanto que parecia prestes a rasgar o zíper. Eu o libertei, sentindo o ar gelado contra a cabeça latejante, e comecei a bater uma, os olhos fixos na fenda dela que se abria e fechava em espasmos de necessidade. Introduzi um dedo, fazendo movimentos delicados para não a machucar, sentindo a pele arrepiada dela reagir ao meu toque.
Eu gemia de dentes cerrados, vendo como ela respirava profundamente, o peito subindo e descendo de forma errática, tentando buscar oxigênio em meio ao delírio sensorial. Eu queria me enterrar ali, queria destruir aquela virgindade com toda a minha força, mas o prazer de vê-la sofrer de desejo era maior. Minha mão se movia rápida, ritmada com a respiração dela. Eu me martirizava com a visão daquela vulva carnuda, tão perto e ao mesmo tempo proibida.
— Está gostando? — perguntei, a voz saindo como um rosnado de pura dor física.
Ela gemia em resposta, música divina para meus ouvidos. Eu estava à beira do abismo, o prazer subindo pela minha espinha, mas me forcei a parar. Eu precisava gozar para manter o mínimo de controle e não a rasgar ali mesmo. Apertei meu próprio membro com força e soltei um rugido baixo; gozei e me limpei rapidamente.
Clara estava no limite, o rosto vermelho por causa do sangue da inversão. Tirei a venda dela, me abaixei e a puxei para um beijo — um beijo detalhado, grande, pequeno, molhado, com um gosto tão doce que me levava à loucura. A pele dela estava suada, o corpo tremendo tanto que as correntes da cruz tilintavam em um ritmo frenético. Meu pau ficou duro novamente em segundos; a fome tinha voltado.
Aproximei meu rosto daquela abertura rosada. Encostei o nariz na entrada, aspirando o perfume mais puro, antes de deixar minha língua traçar o caminho de baixo para cima. Sem mais avisos, minha língua mergulhou no centro de todo aquele caos de prazer.
— Ahhh!!! — o grito dela foi agudo, vibrando nas correntes da cruz.
Liguei o vibrador na potência máxima e o pressionei contra o topo da sua intimidade enquanto minha boca a envolvia por completo. Eu a chupava com uma fome devota, bebendo cada gota do seu mel. O primeiro orgasmo dela veio como uma explosão. Ela gemeu alto, repetidas vezes, enquanto as paredes internas me esmagavam. Eu não parei. Continuei sugando, levando-a além do limite, até que ela amoleceu completamente nas amarras.



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Os comentários dos leitores sobre o romance: O Bilionário Obcecado e a Babá Virgem do Clube Proibido