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O Bilionário Obcecado e a Babá Virgem do Clube Proibido romance Capítulo 72

— O que vamos fazer hoje? — ela sussurrou, a voz trêmula contra o meu peito.

Afastei-me apenas o suficiente para encarar aqueles olhos escondidos pela máscara.

— Você disse que queria que eu fizesse com você o que faço com as outras — minha voz saiu como um rosnado baixo, carregado de promessa. — Hoje, eu vou te mostrar como eu reivindico o que é meu.

Conduzi-a até o centro da sala, onde um suporte de aço formava um arco imponente. Algemas de couro macio pendiam ali, à espera.

— O que eu tenho que fazer? — perguntou, observando as correntes.

— Fique parada — ordenei. — E continue vestida. Quero o prazer de destruir cada pedaço de tecido que ousar esconder sua pele de mim.

Levei-a até o suporte. Meus movimentos eram precisos, mas havia uma delicadeza que me irritava. O Adrian queria cuidar; o Imperador, dominar. Prendi seus pulsos acima da cabeça. Ela ficou ali, o peito subindo e descendo num ritmo acelerado.

Aproximei-me, roçando os lábios em sua orelha, descendo pelo pescoço até sentir o pulso martelando na jugular. Minha mão percorreu a lateral do corpo dela, sentindo a curva do quadril por cima do vestido, testando a resposta entre suas coxas por sobre o tecido da calcinha. Ela estava pronta.

— Você disse que eu podia te tocar, Mel… — murmurei. — Hoje eu vou provar cada centímetro.

— Pode… — ela ofegou. — Por favor.

Peguei a tesoura de corte preciso sobre a mesa de apoio. O som do metal cortando o ar foi o único aviso. Comecei a rasgar o vestido preto: primeiro nos ombros, depois descendo pelo busto, deixando o tecido cair aos pés dela como pétalas mortas. O que a tesoura não levava, minhas mãos arrancavam com urgência bruta.

Quando terminei, ela estava ali. Presa sob a luz âmbar, nua, elevada pelo arco — como uma oferenda em um altar profano. Observei-a por longos segundos. Vi as marcas que ela mencionara na praia: as cicatrizes nas costas deixadas pelo pai-monstro. Ela tentou se encolher, o rosto corando sob a máscara.

— Eu não peço permissão — murmurei, guiando-a até lá. — Mas com você… preciso saber. Você confia em mim para te levar até o limite?

— Sim — ela sussurrou, rendida.

Vendei seus olhos e a prendi à cruz. Desta vez, acionei o mecanismo de inversão, virando a estrutura lentamente até deixá-la de ponta-cabeça, entregue à minha visão. A imagem era obscena e magnífica.

Derramei a cera quente sobre seu ventre, observando o líquido âmbar escorrer em trilhas lentas pela pele clara, seguindo pelas coxas. O corpo dela reagia a cada contraste: calor e frio, tensão e entrega. Apliquei os prendedores com precisão, ouvindo o estalo abafado e o arquejo que ela não conseguiu conter. Depois, os marcadores de coxa, apertando a carne até tingi-la de um tom intenso.

Os sons que escapavam dela, abafados pela máscara, carregados de entrega absoluta, eram a melhor música que eu já tinha ouvido.

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