Entrar Via

O CEO da Máfia que me Odeia - Um acordo perigoso romance Capítulo 8

Capítulo 9

Sofia Kim

Em casa, simplesmente não o vi mais. Ótimo! Um pouco de privacidade. Elena trouxe uma bandeja com bastante comida e simplesmente dormi. Talvez fosse os remédios.

No dia seguinte acordei melhor. Elena sorriu quando o médico me examinou e disse que eu podia trabalhar.

— Senhora, tome seu café. — deixou uma bandeja nova.

— Obrigada Elena. Tenho muito trabalho hoje.

— Vá com calma senhora, ou qualquer hora vai matar o senhor Brown.

— Não, coisa ruim não morre fácil assim, Elena. — ela levou a mão na boca.

— Senhora! O patrão passou a noite na sua porta incomodando o neurocirurgião renomado que contratou só pra senhora ficar bem...

— Ah é? Deve ser remorso...

Elena apenas sorriu e saiu. Permaneci olhando para a bandeja por alguns segundos.

Remorso... ou preocupação? Balancei a cabeça.

Não. Richard Brown não se preocupava com ninguém.

.

Durante todo o caminho até a Kim, tentei tirar da cabeça o que Elena havia dito.

Quanto mais eu tentava convencer a mim mesma de que Richard só queria evitar problemas para a empresa, menos aquela explicação fazia sentido.

Que homem contrata um dos melhores neurocirurgiões do país por remorso?

Bufei. Não ia cair nesse jogo.

Comecei a trabalhar logo, mas o telefone interno tocou. Nem precisei atender para saber que era Richard. Atendi já irritada, porque saiu mais cedo hoje e me deixou vir com o motorista.

— Venha para minha sala. Agora.

Bufei e fui. Quando entrei, ele estava de pé atrás da mesa, com uma pasta grossa na mão e perto estava a pilha de papéis de antes que a tal chinesa levou pra mim. Mal me olhou, jogou-a sobre a mesa com força.

— Isso é seu — disse ele, seco.

— Ué? Sua queridinha não resolveu? — perguntei, apoiando a mão na cintura.

Richard fechou a caneta com força.

— A Yan, não é minha "querida", só trabalha pra mim. Mas já a enviei para uma das minhas empresas.

O jeito seco como respondeu me fez lembrar da conversa com Elena.

Droga... ele realmente parecia irritado por outro motivo. Ignorei o pensamento imediatamente.

Ergui uma sobrancelha e provoquei:

— Então a puniu por mim? Voltou a ser fofo Richard?

— Claro que não — respondeu ele, grosseiro. — Tenho mais o que fazer do que cuidar das suas obrigações. Agora leve essas coisas para sua sala que estou ocupado. Franzi o cenho e o encarei.

Por um instante lembrei da expressão dele quando acordei depois da explosão, parecia outra pessoa.

Agora já tinha voltado a ser o homem mais irritante que eu conhecia.

Era melhor assim.

— Eu já disse que não preciso fazer nada disso.

Richard levantou os olhos frios para mim.

— Eu não perguntei. Aqui eu mando e você obedece, é bem simples, porra. E só pra te informar… Tem um erro aí. Você deixou algo passar.

— Impossível. Sempre cuidei de tudo pessoalmente.

Comecei a folhear os documentos com raiva.

— Não é o que parece — disse ele, recostando-se na cadeira. — Primeiro verifica e depois podemos ter essa conversa.

— Eu tenho o melhor sistema. Até meus cofres são de alta tecnologia… Você não…

— Está falando daquele cofre? — apontou para a parede.

— Sim.

— É da Brown Security. Franzi a testa.

— Minha empresa.

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: O CEO da Máfia que me Odeia - Um acordo perigoso