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O Mafioso Obcecado pela Faxineira romance Capítulo 179

Alicia

Bryan estava me beijando, me provocando daquele jeito que fazia com que eu não conseguisse parar de gemer. Meu corpo tremia; juro que já não tinha mais controle sobre ele. Eu estava chegando ao meu limite...

— Bryan... não vou aguentar... — digo, implorando, pedindo que ele acabasse com aquela tortura.

— Querida, goze para mim. Quero sentir o seu gosto... quero provar você...

Bryan diz, sussurrando, enquanto sua língua brincava em mim. Sua barba arranhava minha pele, e ele me beijava com ferocidade em minha intimidade.

— Bryan... — digo entre os gemidos.

Quando percebo, já havia me entregado por completo, enquanto ele se deliciava com meu prazer.

_ que delicia, ele diz se lambuzando todo com meu prazer...

Estava exausta já, com a respiração ofegante. Bryan conseguia mexer comigo de um jeito que ninguém mais conseguiria. Ele me puxa, olhando para mim nua, ali, pronta para recebê-lo, e sorri. Aquele seu sorriso malicioso conseguia mexer com todos os meus sentidos.

— Agora é a minha vez. — Ele diz, sorrindo.

Logo se livra das roupas, mostrando o quanto estava excitado. Seu membro grande e rígido me deixa assustada, já que fazia muito tempo que não fazíamos amor. Ele sorri ao ver minha expressão e o posiciona contra minha intimidade. Sinto-o quente em minha pele. Seu toque conseguia me levar às alturas. Meu corpo queimava, minha intimidade latejava por senti-lo.

— Bryan, acabe logo com essa tortura. Eu quero você... quero você dentro de mim. — Digo, implorando.

Ele sorri e toma meus lábios. Sua língua procura a minha, enquanto suas mãos brincam com meu corpo. Então, seu membro me penetra, entrando em mim e me fazendo lembrar o quanto era bom senti-lo. Ele começa a se mover, enquanto eu grito seu nome. Aumenta o ritmo como se estivesse perdido em desejo, como se não conseguisse mais se segurar, me possuindo com intensidade.

— Como senti saudades disso... — ele diz, continuando a me possuir.

— Sou toda sua... — digo.

Ele me puxa ainda mais para si, aumentando a velocidade, até não conseguir mais se conter, chegando ao ápice.

Nós dois, exaustos, caímos um ao lado do outro e ficamos ali na cama, minha respiração ainda ofegante pela intensidade da nossa intimidade. Bryan se vira e me puxa para ele, me prendendo junto ao seu corpo.

— Te amo, Liz. Não sei viver sem você. — Ele me diz, me deixando feliz com aquela declaração, já que ele tinha aquele jeito frio e distante. Mesmo parecendo tão frio, podia ser o homem mais carinhoso que já conheci na vida, sempre colocando o meu desejo à frente do seu, respeitando meu espaço e minhas vontades.

— Também te amo, Bryan. Obrigada por ser o pai dos meus filhos.

Ficamos ali juntinhos e acabamos dormindo. Depois de um tempo, acordo ainda cansada. Bryan dormia ao meu lado. Ele já havia tomado banho, se trocado, me arrumado na cama e me cobrindo.

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