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O Temido Cowboy: Que salvou minha vida romance Capítulo 80

Capítulo 80

As mãos grandes envolveram os quadris dela e a ergueram sem esforço. Juliana deixou escapar um suspiro curto quando as costas dela encontraram o monte de feno macio e seco atrás deles.

Ele a deitou devagar, com o corpo cobrindo o dela e os joelhos afundando no feno para se equilibrar.

Thomas parou um segundo, ficou só olhando. Os olhos cinzentos percorreram o rosto dela em cada detalhe: as bochechas coradas, os lábios entreabertos, os cílios úmidos das lágrimas que não caíram.

— Eu não vou te chamar mais daquele nome — murmurou, mais para si mesmo do que para ela. — Prometo.

Ela assentiu, com a respiração acelerada. Faziam dois meses. Dois meses de noites em claro pensando nele, do corpo inquieto lembrando cada toque, cada estocada lenta, cada gemido que ela tentou abafar contra o travesseiro. Ela queria isso. Queria ele. E queria agora.

As mãos dele subiram pelas coxas dela, levantando o vestido florido devagar. O tecido se amontoou na cintura, revelando a calcinha de algodão simples que ela usava, mas que, naquele momento, parecia a coisa mais erótica do mundo para ele.

Thomas engoliu seco. Desceu o zíper da própria calça com dedos que tremiam levemente. Quando libertou o pau, já duro, latejando, ele o segurou na base, roçando a cabeça quente e úmida contra a entrada dela por cima da calcinha. Juliana arqueou os quadris sem querer, um gemidinho baixo escapando por entre os lábios entre abertos.

Ele puxou a calcinha para o lado com cuidado, expondo-a. Estava molhada, inchada de desejo acumulado. Thomas gemeu rouco só de ver.

— Você… — a voz saiu rouca — você está tão molhada…

— Faz tempo… — ela sussurrou, envergonhada e excitada ao mesmo tempo. — Faz tempo que eu penso em você.

Ele se posicionou entre as pernas dela, a ponta encostando na entrada apertada. Não empurrou de uma vez, tomou cuidado dessa vez. Entrou devagar, centímetro por centímetro, os olhos fixos nos dela o tempo todo, atento a qualquer sinal de desconforto.

Ela mordeu o lábio inferior. Sentia ele abrindo caminho, preenchendo-a. A sensação de ser esticada, se misturava ao prazer que subia pela barriga.

— Devagar… — ela pediu, mesmo querendo mais.

— Eu sei… — ele respondeu, a testa encostada na dela, suando. — Nunca mais vou te machucar.

O pau dele pulsava, grosso, quente, encaixando perfeitamente a dela. Ela sentiu as paredes internas se contraírem involuntariamente ao redor dele, e Thomas soltou um gemido baixo.

— Meu Deus… — murmurou ele. — Você é tão apertada… tão boa…

Ela envolveu a cintura dele com as pernas, puxando-o mais fundo ainda. O movimento fez os dois gemerem ao mesmo tempo.

Thomas começou a se mover então. Saía quase todo e voltava devagar, sentindo cada centímetro ser recebido pelo calor molhado dela.

Ela jogou a cabeça para trás, os cabelos espalhando pelo feno dourado. Os gemidos saíam livres agora, mas baixos, pois poderia denunciar o que estavam fazendo.

— Thomas… mais… por favor…

Ele obedeceu, acelerando só um pouco. Uma das mãos dele subiu até o seio dela por cima do vestido, apertando de leve, o polegar roçando o mamilo endurecido através do tecido. A outra mão segurava o quadril dela, guiando os movimentos para que ele acertasse exatamente onde ela precisava.

O prazer crescia rápido demais. Dois meses de saudade acumulada não davam espaço para preliminares longas. Ela sentiu o orgasmo se aproximando.

— Eu vou… — ela avisou, com a voz trêmula. — Thomas, eu vou gozar…

— Goza pra mim — ele pediu rouco, enterrando-se mais fundo, mantendo o ritmo constante. — Quero sentir você me apertando…

Ela gozou com um gemido longo e abafado contra o ombro dele, o corpo inteiro tremendo, as paredes internas pulsando forte em volta do pau dele, ordenhando-o. As coxas apertaram a cintura dele com força enquanto as ondas a atravessavam.

Thomas aguentou mais algumas estocadas, mas o aperto dela foi demais. Ele se enterrou até o fundo, gemeu alto contra o pescoço dela e gozou forte, pulsando dentro dela com jatos quentes.

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