O Trigêmeos do Magnata romance Capítulo 152

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Ela não deveria confiar em um estranho, logo de cara. Afinal, aquele homem era muito indigno de confiança e parecia ser apenas um viciado em apostas e mau perdedor.

O mais simples, seria simplesmente, perguntar para Sarah.

― Tia... ―

― A tia vai cozinhar para você à noite. Tem alguma coisa que queira comer? Comprei comida para você. ― A voz alegre de Sarah veio pelo telefone, e parecia que cozinhar para sua sobrinha era uma coisa deliciosa de se fazer.

Anne teria se sentido amada no passado, mas agora...

― Anne? ―

― O quê? ―

― Por que você está tão quieta? ―

― Você já almoçou? ― Anne perguntou: ― Se não almoçou, que tal fazermos isso juntas? ―

― Mas, agora? Está bem. Claro. Vou procurar um restaurante e reservar uma mesa. ―

― Obrigada, tia. ―

Poucos minutos depois, Sarah enviou uma mensagem com o endereço do restaurante e, imediatamente, Anne saiu da escolinha, entrando em um táxi. Assim que entrou na sala privativa do restaurante, Sarah já estava servindo água em dois copos.

Obviamente, era assunto do garçom, mas ela mesma o fazia.

― Você chegou rápido! ― Sarah pôs o cardápio na mesa. ― Vamos ver, o que você gosta de comer? ―

Anne se aproximou e jogou sua bolsa na cadeira ao lado, sem nenhuma cerimônia, mostrando que não estava de bom humor:

― Qualquer coisa está bom. ―

Sarah percebeu que ela estava infeliz e perguntou:

― O que há de errado? ―

Anne sentou-se na cadeira. Seu rosto estava sombrio, seus olhos baixos e ela não respondeu de imediato.

Curiosa e preocupada, Sarah perguntou novamente:

― Você está com raiva do pessoal da Clínica? Eles são um bando de pessoas sem cérebro. Ignore-os! ―

― Esqueça. Não é nada disso. Não há nada de errado. Vamos pedir comida! ― Disse Anne, em um tom forçado.

Sarah viu seu rosto empalidecer e pensou que talvez estivesse com fome. Então, se ocupou em pedir porções de seus pratos preferidos.

Assim que o garçom saiu, Anne não conseguiu mais se conter e perguntou:

― Você é minha mãe? ―

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