O Trigêmeos do Magnata romance Capítulo 164

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Anthony se aproximou de Anne, que se virou e fugiu. Mas, seu pescoço foi agarrado por trás e puxado, com violência. Gritando de dor, foi jogada no sofá. Sem se dar por vencida, se levantou e tentou fugir, mais uma vez, para ser novamente enlaçada, desta vez pela cintura, e puxada de volta para o sofá.

― Ah! Não... ― Anne tentou agarrar as almofadas, para usar como um escudo contra o demônio, mas, em sua ânsia, ao invés de agarrá-las, acabou empurrando-as para o chão.

Quando percebeu que não tinha mais nenhum recurso físico e seria abusada, mais uma vez, Anne tentou dar uma última cartada:

― Você não se sente mal por fazer isso com Bianca? ―

Anthony parou de se mexer.

Anne estava ofegante, e seu coração quase saia do peito.

‘Será que funcionou? Deve ser isso! Por que ele trairia a mulher de quem gosta? Isso não pode ser normal'.

A jovem teve um pouco de esperança, mas no fim, Anthony não era uma pessoa normal.

O demônio ergueu o olhar, exibindo seus olhos de falcão, escuros e penetrantes. Então, seus lábios se contorceram em um sorriso cruel:

― Você está se comparando a ela. Você acha que é comparável? ―

― É você quem não me entendeu. Eu não quero dizer isso. ― Anne não gostou de ser comparada.

Afinal, na hierarquia insana da mente do demônio. Anne sabia que não era ninguém, enquanto Bianca tinha um peso fundamental. Uma era uma deusa e a outra a erva daninha.

Seu queixo foi agarrado e ela foi forçada a olhar em seus olhos demoníacos.

― Não cause mais problemas para si mesma, entendeu? ―

― Entendi. ―

Anthony pegou o paletó do chão e jogou casualmente sobre um ombro. Seu perfil era feroz:

― Fique em Luton, mas não cruze seu caminho com o meu! ―

As pálpebras de Anne se moveram cansadas enquanto ela ouvia a porta sendo encostada. A porta quebrada não podia mais ser fechada.

Anne moveu seu corpo hesitante. Ela sentia cada um de seus ossos estralando. Então, olhou para o teto e segurou o choro, pois, realmente desejava que Anthony tivesse dito para ela 'sair de Luton'. Mas, agora entendia o que se passava na mente do demônio. Não haveria liberdade e a punição continuaria.

Entretanto, agora que Bianca tinha voltado, Anthony não queria mais que seu caminho se cruzasse com o dele, para evitar desconforto para a outra. Afinal, se Bianca soubesse que havia uma garota como ela rastejando para a cama dele, como ela ficaria confortável com isso?

Anne estava presa por uma rede invisível em Luton e teria que viver em segredo.

Sem confiar no plano de Tommy, de que, agora que Anthony estava com outra mulher, ele deixaria Anne em paz, quando encontrou o magnata no restaurante, por precaução, achou melhor pedir para que as crianças passassem a noite na escola. Agora a jovem abençoava esta decisão, caso contrário, o homem teria descoberto os trigêmeos. Ainda bem que ela tinha seguido seus instintos.

Depois de se recuperar, Anne se levantou do sofá e foi ao banheiro para tomar um banho e eliminar as marcas de lágrimas que cruzavam seu rosto. Entretanto, debaixo do chuveiro, teve que chorar até as lágrimas secarem.

Na manhã seguinte, não se levantou a tempo de ir para o trabalho e ainda estava dormindo quando o celular começou a tocar.

Sem checar quem ligava, Anne atendeu com a voz rouca:

― Olá... ―

― O que aconteceu com a sua voz? ― Tommy perguntou, parecendo um pouco preocupado. ― Estou aqui fora, para levá-la ao trabalho. ―

― Problema seu! ― Anne jogou o telefone, depois de gritar e sentiu que sua garganta doía ainda mais.

Como também não conseguiria voltar a dormir, se levantou para pegar um pouco de água e sentiu sua garganta se aliviar um pouco, enquanto bebia.

Nesse momento, a porta foi rudemente aberta e Tommy caminhou direto para ela. Anne recuou.

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