O Trigêmeos do Magnata romance Capítulo 614

Sarah estava exausta, então não foi atrás de Dorothy para espancá-la. Em vez disso, a mulher se sentou no sofá, ofegante enquanto arrumava o cabelo bagunçado.

— Tenho certeza de que perdi muito cabelo com isso... — Sarah olhou para a ponta do cabelo com pena e tocou o couro cabeludo.

Então, ela rapidamente se lembrou do motivo pelo qual Dorothy foi até lá causar uma cena. Anthony devia ter deixado Bianca na mão. Caso contrário, a mulher não teria tido uma reação tão agressiva e feito tanto alarde. Mas será que aquilo era obra de Anne? Sua filha realmente ouviu seu conselho?

Quando Sarah pensou nisso, ficou extremamente orgulhosa. Mais tarde, ela foi ao quarto procurar o telefone e ligou para a filha, mas não conseguiu resposta. Em seguida, a mulher desligou o telefone. Se os dois estivessem realmente juntos, não seria um bom momento para ligar para Anne, então não quis arriscar que a filha tentasse retornar.

Sarah ficou secretamente muito feliz, satisfeita porque sua preciosa garotinha realmente tinha um truque na manga e até conseguiu arruinar o dia em que Anthony e Bianca deveriam obter a certidão de casamento.

Na sala do apartamento, eram quase três da tarde, quando Anthony acordou. Ele olhou para Anne deitada em seus braços, pensando que se estava realmente louco. Afinal, como ele poderia perder o controle àquele ponto? O que exatamente o deixou tão obcecado? No entanto, o magnata não afastou a adormecida amante, e seus olhos de obsidiana fitaram seu rostinho pacífico.

O rosto de Anne estava vermelho, mas ninguém sabia se era por causa do sono ou se ela ainda não havia se recuperado. Ela gostava mesmo dele? O homem aceitou tão bem a história que até perdeu o controle de suas emoções.

Anthony segurou o queixo de Anne e o levantou ligeiramente, tentando olhar para ela mais de perto. No entanto, sentiu que a temperatura nas pontas dos dedos não estava muito normal, então colocou as costas da mão no rosto dela novamente. Com certeza aquela ação toda da noite anterior foi demais para a moça recém-recuperada, porque, naquele momento, ela tinha febre.

— Anne? — Anthony a chamou.

A jovem apenas franziu a testa, mas não respondeu. O magnata a virou, para que ela ficasse deitada de costas. Ele saiu da cama e procurou o celular. Seu paletó estava do lado de fora, e o telefone dentro de um bolso. Com preguiça, o homem ligou para a doutora Kathryn no telefone fixo em vez de pegar o aparelho móvel.

— Ela está com febre. Venha ao meu apartamento. —

Kathryn se adiantou, conforme ordenado, e chegou em alguns minutos. Anne já estava deitada, inconsciente por causa da febre alta, na enorme cama do quarto. A médica soube o que havia acontecido com apenas uma rápida olhada na condição atual de Anne, incluindo as marcas vermelhas em seu pescoço ligeiramente exposto. Ela não pôde deixar de suspirar secretamente, com pena da delicada jovem por ter passado pelo tormento de Anthony.

Kathryn mediu a temperatura da acamada e descobriu que era de quase quarenta graus. Em um segundo, ministrou na moça uma medicação antipirética, caso contrário ela poderia ter consequências perigosas, diante de uma febre tão alta.

— É muito ruim? — Anthony perguntou, parado ao pé da cama de pijama.

— Sim. São quase 40 graus. Até um adulto pode sofrer danos severos quando a febre é tão forte. — Disse Kathryn. Então, vendo Anthony franzindo a testa, ela acrescentou rapidamente: — Mas vou fazer a temperatura dela cair em breve. —

Após a injeção, Kathryn pediu que entregassem no apartamento algumas coisas, incluindo o soro intravenoso que aplicou em Anne. O recipiente foi pendurado num suporte que improvisaram.

— Senhor Marwood, vou cuidar dela. Vou embora apenas quando a temperatura dela cair, está bem? — Disse Kathryn.

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