O Trigêmeos do Magnata romance Capítulo 689

Anne olhou para Anthony, com olhos de uma presa, e fez uma pausa, antes de se aproximar.

— Anthony, meu pai tratou você com gentileza, certo? Ele sempre foi bom com você! Você pode encontrar uma maneira de trazer os melhores especialistas aqui para curar ele? Dessa forma, ele pode acordar! Você pode me pedir para fazer o que quiser, contanto que ele acorde! —

— Então você está disposta a ficar ao meu lado? — O magnata não vacilou e estreitou os olhos com frieza.

— Sim... — A moça baixou o olhar.

Anthony poderia perceber sua relutância, mas Anne nunca teve, de fato, qualquer vantagem para negociar, para começar. Sem dizer outra palavra, o homem se virou para sair.

— Anthony! — Anne correu atrás dele e o agarrou pelo braço, aos prantos. — Por favor, não seja tão cruel! Se algo acontecer com meu pai, depois de tanto tempo sem ele, como acha que poderá me convencer de algo? Ele significa muito para mim! Ele... ele também é o avô dos seus filhos, que gostam muito dele! Apenas faça isso pelas crianças, se não for por mim. — A moça soltou, então o homem fez uma careta e a encarou de modo taciturnos. — Eu não deveria ter dito isso. Eu... —

Nesse momento, Kathryn se aproximava e deu de cara com aquela cena diante dela, sem saber se deveria interromper. Anthony inclinou a cabeça e Kathryn começou a relatar:

— Senhor Marwood, entrei em contato com especialistas de todo o mundo. Eles são todos profissionais de primeira classe. —

Atordoada, Anne pensou consigo mesma: 'Então Anthony já estava resolvendo isso com Kathryn? Ele disse a ela para procurar especialistas? Eu pensei...'

— Todos podem se preparar para fazer algo amanhã, pela manhã? — Perguntou Anthony.

— Sim. Eles esvaziam as agendas e já estão se preparando para a viagem. Devem chegar durante a madrugada, assim estarão com disposição durante a manhã. — Disse Kathryn, antes de olhar para Anne e sair.

A moça se recuperou e soltou o braço de Anthony. De repente, ela foi agarrada pela cintura e seu corpo se chocou contra o dele. Seu queixo foi levantado até que seus olhos se encontrassem.

— Obrigada... —

Os olhos de Anthony percorreram seus olhos, nariz e lábios; seus lábios tremendo e brilhando como uma fruta colhida, esperando para ser colhida. Ainda não era a hora.

— Saia antes das dez. — Disse ele, antes de soltá-la.

— Eu quero ficar aqui com o papai... — Ela pediu.

— Não faz sentido você continuar aqui. Vá para casa e descanse, então venha para a reunião amanhã, às nove. Você vai gostar de ver do que esses especialistas são capazes. —

— Posso ir à reunião mesmo? — Anne exclamou entusiasmada.

— Se puder se comportar. — Ele beliscou o queixo dela, dominador.

— Entendo... Farei como você quer. —

O magnata a ouviu dizer a mesma coisa inúmeras vezes, então permaneceu inexpressivo e se virou para sair sem dizer mais nada. Anne observou enquanto ele desaparecia na distância e desejou poder ir para a Mansão Real com ele, para ver os filhos, e segui-lo de volta ao hospital na manhã seguinte. Ela abriu a boca para falar, mas nenhuma palavra saiu quando lembrou que sua mãe continuava no quarto. O que aconteceria com Sarah se ela fosse para a Mansão Real? A jovem, então, empurrou a porta e entrou. Sarah continuava sentada no mesmo lugar de antes, olhando para Nigel.

— Diga, seu pai não vai mesmo acordar? Eu não quero acreditar... — Sarah murmurou. — Como pode uma pessoa saudável ficar assim, de repente? —

Anne sabia que Sarah não conseguiria processar o fato, e ela também não. No entanto, a cruel realidade era que a vida de qualquer pessoa era frágil e ninguém sabia quando acidentes poderiam acontecer.

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