Entrar Via

Proibida de Amar Meu Marido romance Capítulo 130

O restante da noite transcorreu sem incidentes.

Quando a festa chegou ao fim, Eduardo e Helena se despediram dos amigos e seguiram para os elevadores. Havia algumas pessoas aguardando no saguão. Quando as portas se abriram, todos entraram.

Por uma coincidência cruel, Viviane era uma delas. O elevador era espaçoso, mas, ainda assim, ela acabou parando ao lado de Eduardo.

Eduardo permaneceu imóvel, os olhos fixos à frente, como se ela sequer estivesse ali. Helena tentou agir com naturalidade, mas sentiu um aperto desconfortável no peito. A simples presença de Viviane ao lado de Eduardo tornava o ar sufocante.

O silêncio dentro do elevador parecia cada vez mais pesado. Helena passou a observar os números luminosos acima da porta, desejando apenas que chegassem logo ao térreo.

Quando as portas finalmente se abriram, Eduardo segurou sua mão sem dizer uma palavra. Os dois seguiram para a saída. Viviane caminhava alguns passos atrás.

Na área externa do hotel, uma fila de veículos aguardava o serviço de manobrista, obrigando os convidados a esperar alguns minutos.

Helena percebeu que Viviane também aguardava seu carro. Então a voz dela rompeu o silêncio.

— Foi uma noite agradável.

Eduardo e Helena se voltaram para ela e Viviane esboçou um sorriso discreto.

— Tenham uma boa noite.

Viviane começou a descer os poucos degraus que levavam à área de embarque.

Foi nesse instante que tudo aconteceu.

Um homem encapuzado surgiu correndo rápido com uma faca brilhando sob as luzes do hotel.

— Eduardo! — gritou Viviane.

Por um segundo, ninguém entendeu o que estava acontecendo. Nem mesmo Eduardo.

O agressor ergueu o braço, a lâmina vinha em sua direção. Viviane instintivamente se colocou entre os dois. Logo em seguida, um grito de dor cortou a noite.

— Ahh!

O mundo pareceu parar, os olhos de Helena se arregalaram e uma mancha vermelha começou a se espalhar pelo vestido de Viviane.

O agressor já estava fugindo, alguns seguranças correram atrás dele, mas era tarde demais.

Uma motocicleta sem placa surgiu na rua, o homem saltou na garupa e desapareceu na escuridão em questão de segundos.

Tudo havia acontecido rápido demais, Eduardo mal teve tempo de reagir, seu único reflexo foi amparar Viviane antes que ela caísse.

Ela cambaleou para trás e acabou em seus braços, o rosto estava pálido e uma das mãos pressionava o ferimento enquanto o sangue escorria entre seus dedos.

Ao redor, convidados gritavam, outros filmavam com os celulares.

Mas Helena não ouvia nada, seus olhos estavam fixos apenas na cena diante dela: Viviane, ferida nos braços de Eduardo e a expressão de choque estampada no rosto dele.

Eduardo arrancou o lenço do bolso do paletó e o pressionou contra o ferimento. O sangue continuava escorrendo entre seus dedos.

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Proibida de Amar Meu Marido