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Proibida de Amar Meu Marido romance Capítulo 249

O carro parou diante da entrada do hospital.

Eduardo foi o primeiro a descer. Helena o acompanhou logo atrás, e os dois seguiram apressados pelos corredores até o quarto VIP.

Ao abrirem a porta, encontraram Olívia e Gilberto próximos à cama conversando com Carmen. Leonardo estava junto à janela, mas se virou assim que os viu entrar.

Carmen estava recostada nos travesseiros, perfeitamente acordada e, para surpresa de Eduardo, com um sorriso no rosto.

— Finalmente chegaram — disse ela. — Já estava começando a achar que vocês tinham esquecido da velha avó.

Eduardo aproximou-se imediatamente.

— Vó, o que aconteceu?

Carmen fez um gesto despreocupado com a mão.

— Nada demais. Foi apenas um pequeno desmaio.

— Um pequeno desmaio? — Eduardo repetiu, incrédulo.

Olívia soltou um suspiro.

— Ela estava em casa quando perdeu os sentidos por alguns instantes. Quando voltou, insistiu que não era nada e que não havia motivo para chamar ninguém.

— Porque realmente não foi nada — insistiu Carmen. — Estou aqui, conversando e incomodando todo mundo. Como podem ver, estou ótima.

— A senhora desmaiou. — rebateu Gilberto. — Não pode simplesmente tratar isso como algo normal.

Eduardo continuava sério.

— O médico já avaliou a senhora?

— Sim — respondeu Olívia. — Fizeram alguns exames. Ele disse que, por enquanto, não há nada que indique algo grave. Mas querem mantê-la em observação por mais um dia.

Eduardo finalmente pareceu se acalmar.

Helena aproximou-se da cama.

— Senhora Carmen...

Carmen abriu um sorriso ainda maior ao vê-la.

— Minha querida! Você também veio.

— Claro que vim. — Helena segurou delicadamente sua mão. — A senhora nos deu um susto.

— Eu? — Carmen arregalou os olhos, fingindo indignação. — Quem deveria estar preocupada sou eu. Vocês estão todos com essas caras de velório.

Helena não conseguiu evitar um sorriso.

— É porque todos nós gostamos muito da senhora.

Carmen apertou sua mão.

— E eu gosto muito de você também, minha querida. Você está lindíssima — Carmen a olhou com admiração. — Desculpe estragar a festa de vocês.

— A senhora não estragou nada, o importante é estar bem.

— Então me conte como foi. — Pediu Carmen.

Eduardo observou as duas. Ver Helena ali, segurando a mão de sua avó com aquela preocupação genuína, provocou nele uma sensação estranha e reconfortante ao mesmo tempo.

Helena conversava com Carmen e Olívia com um leve sorriso, enquanto Eduardo, Gilberto e Leonardo estavam acomodados nos sofás do quarto VIP.

— Estou ótima. — Disse Carmen depois de um tempo. — Quando poderei ir pra casa?

— Mesmo que se sinta bem, a senhora vai ficar aqui e fazer todos os exames que o médico pedir. — Olívia falou séria.

Carmen fez uma careta.

— Se eu ficar muito tempo nesse hospital, aí sim que vou ficar doente.

Leonardo riu.

— Não adianta discutir, vó. A senhora só sai daqui quando o médico disser que está tudo bem.

— Leonardo tem razão. — acrescentou Eduardo.

— Está bem… está bem.

A tensão que havia tomado conta do quarto finalmente diminuiu e apesar da hora conversaram mais um pouco.

— Obrigada por ter vindo com ele. — Olívia tinha um olhar de verdadeiro agradecimento para Helena.

As duas acabaram se afastando um pouco da cama de Carmen e conversavam sentadas num sofá

Helena sorriu.

— Não tem o que agradecer.

Eduardo olhou para Helena e por um instante, seus olhos se encontraram. Nenhum dos dois disse nada.

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