Quando chegou, dispensou Maura, que assim como ele havia ordenado, ficou ali observando Ivy.
Ivy estava no quarto sentada no sofá, lendo mais um de seus livros de romance que Dante sempre criticou. Não observou a presença dele ali.
Ele entrou, a cumprimentou de forma rápida e foi para o banheiro tomar um banho.
Quando saiu do banheiro, Ivy não estava mais no sofá com o livro em mãos, ela já havia se deitado na cama.
Dante parou ao lado de Ivy, observou como ela estava bonita em seu baby doll. Era branco com rendas lilás. Tão delicado quanto quem vestia.
E o calor que Dante sentia anteriormente no beijo, agora dominava todo o seu corpo. E o desejo que nunca se fez presente agora o dominava.
Ele se aproximou devagar, não queria assustar, sentou na cama, e a ponta de seu nariz começou a fazer pequenos caminhos exploratórios no rosto de Ivy e fez um caminho de pequenos beijos do ombro até a orelha, e depois descendo entre seus seios provocando-a.
Com as mãos apoiadas na cama dos dois lados de Ivy, ele viu ela se arrepiar.
Ivy ficou imóvel, olhava atentamente para ele, não sabia o que fazer naquele momento.
Quando Dante observou que ela não recusou, seus olhos brilharam de luxúria e em seus lábios havia um sorriso maldoso.
Sem demora ele tomou seus lábios e sua língua invadiu a sua boca, explorando cada canto dela, ali não havia sentimentos, apenas tesão incentivado pelo álcool e pela raiva de tudo que aconteceu nas últimas horas.
Logo Dante se posiciona entre as pernas de Ivy, suas mãos passeiam pelas laterais do corpo dela e quando chegam até a alça da calcinha, ele puxa para baixo em um movimento rápido, seus dedos trilham um caminho de volta até a intimidade de Ivy que a faz suspirar de prazer.
Ele sabia que ela ainda era virgem, então teria que ter calma e ser delicado, seria com Ivy totalmente diferente de como é com Ellie.
Levantou os joelhos de Ivy deixando sua intimidade totalmente exposta. Suas mãos acariciavam a pele delicada das coxas de sua jovem esposa.
Sua mão esquerda pousou suavemente na buceta lisinha de Ivy. Seu polegar acariciou a sua fenda lentamente sentindo sua umidade surgir.
A vista de Ivy semi nua e indefesa na frente de Dante fez seu membro pulsar dentro de sua cueca.
Dante abaixou abocanhando a intimidade de Ivy. Seus lábios rosados e redondinhos acompanhado de seu pequeno clitóris que neste momento já estava rígido de excitação fazia a sua boca salivar.
Alternando entre seus lábios sugando o pequeno monte de nervos e sua língua na entrada da pequena fenda, Dante mantinha seus olhos mas expressões de Ivy, que neste momento estava com seus olhos fechados e sua boca entreaberta.
Ela agarrava com a ponta dos dedos o travesseiro em sua cabeça, se controlando para não emitir nenhum som, mas as sensações que sentia estavam cada vez mais fortes se tornando difícil de segurar.
- Abra os olhos Ivy, quero que olhe para mim enquanto eu sinto o seu gosto.
Ela fez como foi ordenado, sendo pega de surpresa quando Dante a puxou mais para perto de sua boca fazendo Ivy soltar um pequeno gemido.
Boa garota, não feche mais os seus olhos.
Apenas acenou com a cabeça concordando com o que lhe foi dito.
Dante se manteve ali por mais algum tempo, sugando e lambendo, aumentando gradativamente a intensidade, até sentir o corpo de Ivy ficar tenso e suas costas arquearem, fazendo ele sugar todos os sucos que saiam de dentro dela.
Ela estava vermelha e quente, seu peito subia e descia em uma velocidade alta, estava extasiada e com vergonha, as mãos de Dante a acariciavam por debaixo do baby Doll subindo até retirá - lo por cima da cabeça de Ivy.
Agora sim ela estava totalmente nua a sua frente, com seus longos cachos castanhos soltos pelo travesseiro. Uma cena tão bonita quanto a própria Afrodite. Linda e delicada, como ele nunca imaginou.
- Acho que estou em desvantagem aqui, estou nua e quando você ainda está todo coberto.
A voz de Ivy saiu baixa e melodiosa, como um canto de uma sereia prestes a levar o pescador consigo para o fundo do mar.
Dante passou a língua por seus lábios ainda sentindo o gosto doce de Ivy, abrindo um ligeiro sorriso de canto.
- Não seja por isso.
Ele levantou da cama, fitando os olhos de sua delicada esposa, abriu o seu roupão, expondo seu corpo todo definido. E com os polegares desceu a cueca liberando o seu membro que há tempos estava oprimido dentro da cueca.
Os olhos de Ivy se dilataram quando viu pela primeira vez o corpo de seu homem nu. Era tão bonito quanto o de um deus grego.

VERIFYCAPTCHA_LABEL
Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: QUANDO TE PERDI