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Querido chefe, os gêmeos não são teus! romance Capítulo 3

LEAH HAMPTON

Parei na calçada, sentindo meu coração dar um salto. Markus estava deslumbrante. Sexy de um jeito casual que eu raramente via.

— O que ele faz aqui? — Cinthia sussurrou, chocada. — Aquele é o chefe, né?

Caminhei até ele, tentando manter a compostura, mas sabendo que eu estava sorrindo.

Markus desencostou do carro quando nos aproximamos. O olhar dele caiu sobre mim, antes de passar brevemente para Cinthia e voltar para mim.

— Boa noite, senhoritas.

— O que você está fazendo aqui, Markus? — Perguntei, parando na frente dele. — Eu disse que ia chamar um motorista se precisasse.

— E eu me ofereci para a vaga. — Ele deu um meio sorriso de deixar as pernas bambas, trapaceiro. — Imaginei que você não chamaria ninguém. Você é teimosa demais. Então, vim garantir que o patrimônio mais valioso do hospital e o meu pessoal chegue em casa inteiro.

— Mas... — Olhei para ele, confusa. — Como você sabia onde estávamos?

Markus deu de ombros, como se fosse óbvio.

— Dedução, Leah. O The High Note é o único num raio de cinco quadras que serve vinho que você considera bebível e não tem música eletrônica alta, o que você odeia quando quer conversar.

Fiquei boquiaberta. Ele conhecia meus gostos.

Cinthia, que estava parada atrás de mim tentando ficar invisível, deu um passo à frente e sussurrou no meu ouvido, mas alto o suficiente para ser ouvida:

— Ele é bom. Ou isso, ou ele colocou um rastreador no seu celular enquanto você dormia.

Markus soltou uma risada baixa. Ele olhou para Cinthia.

— Dra. Mendes, certo?

Cinthia ficou pálida.

— S-sim, senhor. Boa noite, senhor.

— Sem rastreadores. — Ele garantiu, com diversão. — Apenas lógica e um pouco de sorte. E talvez eu tenha ligado para o bar para confirmar se havia uma linda mulher de cabelos cacheados e expressão de quem operou o dia todo estava lá.

Ele estendeu a mão para mim.

— Chaves?

— Você é inacreditável. — Resmunguei, mas tirei as chaves da bolsa e coloquei na palma da mão dele.

— Entrem no carro. — Ele ordenou, abrindo a porta do passageiro para mim. — Está frio.

Obedecemos. Eu entrei no banco do carona, Cinthia deslizou para o banco de trás, parecendo uma criança que acabou de ser pega na diretoria, mas que também estava achando tudo o máximo.

Markus entrou no lado do motorista. O carro pareceu encolher com a presença dele. Ele ajustou o banco porque as pernas dele eram quilômetros mais longas que as minhas e o espelho retrovisor.

— Endereço, Dra. Mendes? — Ele perguntou, olhando para ela pelo espelho.

Cinthia gaguejou o endereço dela. Era um pouco longe.

— Sem problemas. — Markus ligou o carro.

Durante a Viagem, Cinthia, no banco de trás, alternava entre o silêncio respeitoso e tentativas tímidas de conversa, que Markus respondia com charme e gentileza. Ele perguntou sobre a residência dela, sobre os planos de especialização, sobre sua amizade comigo, tratando-a como uma colega.

Deixamos Cinthia na porta do prédio dela.

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