ARES BECKETT
Puxei-a para mim e tomei os seus lábios em um beijo feroz e faminto.
O gosto dela era meu novo vício. Minhas mãos apertaram a sua cintura, sentindo o calor da sua pele sob a minha camiseta, antes de eu me afastar bruscamente. Sem tirar os olhos dos dela, estiquei o braço e, com um único movimento de varredura, empurrei as bolas de sinuca que restavam em cima da mesa. O barulho alto delas caindo e rolando pelo chão ecoou pela sala, limpando o nosso espaço perfeitamente.
Segurei Rubi pelos quadris e a desci da mesa. Em seguida, girei o corpo dela, colocando-a de costas para mim.
Colei o meu peito nas costas dela e enfiei as duas mãos por baixo da camiseta branca. Subi pela pele macia e quente da sua barriga até alcançar os seus seios. Eles eram pesados, fartos e preenchiam as minhas mãos com uma perfeição que me deixava louco. Enchi as minhas palmas com aquela carne macia, apertando e moldando, enquanto os meus polegares encontravam os bicos já duros e sensíveis, rolando-os e beliscando-os sem pressa.
— Ah... Ares... — ela arfou, um som manhoso e arrastado.
Abaixei o rosto, beijando e sugando a pele sensível do seu pescoço. O meu toque a fez derreter. Rubi soltou o peso do próprio corpo, inclinando as costas e relaxando completamente contra o meu peito, esfregando a bunda na minha virilha de forma instintiva enquanto eu continuava a torturá-la.
Sem nenhuma paciência para barreiras, agarrei a barra da camiseta e a puxei pela cabeça dela, jogando o tecido para longe.
Ela estava completamente nua.
Com um empurrão suave, mas dominante, obriguei-a a se curvar sobre a mesa de sinuca. O feltro verde destacava maravilhosamente a pele dela. Antes que ela pudesse se apoiar direito, peguei seus dois pulsos, puxei os seus braços para trás das suas costas e os prendi firmemente juntos, usando apenas uma das minhas mãos.

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Os comentários dos leitores sobre o romance: Senhor CEO, sua esposa gorda virou uma DEUSA!