ARES BECKETT
Rubi se afastou um passo e voltou a se encostar na borda da mesa. O olhar dela era escuro, mandão e absolutamente irresistível.
— Tire a roupa — ela ordenou.
Um suspiro escapou dos meus lábios. Eu me senti infinitamente grato por aquela ordem. Ser colocado de joelhos, sentir a ponta afiada daquele salto cravando na minha coxa e ver a minha esposa assumir o controle total da situação... tudo isso havia incendiado o meu sangue de uma forma irracional. Ter que entrar no carro e esperar o trajeto inteiro até chegarmos à mansão seria uma tortura dolorosa demais. Eu precisava dela agora.
Arranquei o meu paletó, tirei a gravata e desabotoei a camisa com pressa, jogando as peças no chão. Em segundos, me livrei do cinto, das calças e da cueca, ficando completamente nu sob o olhar avaliador dela.
— Sente-se no sofá — Rubi apontou com o queixo para o móvel no canto da sala.
Caminhei até lá e me sentei, com todos os músculos do corpo tensos de expectativa.
Foi então que o verdadeiro espetáculo começou. Rubi não tirou os olhos dos meus enquanto começava a desabotoar a própria roupa. Eu assisti, hipnotizado e com a respiração presa, enquanto ela se despia lentamente bem na minha frente. Ela tirou cada peça, sem pressa, até ficar completamente nua.
Com uma única exceção. Ela manteve os sapatos de salto alto.
A visão da minha esposa, sob a luz do entardecer, usando apenas aqueles scarpins e caminhando na minha direção com confiança, quase fez o meu coração parar.
Rubi parou entre as minhas pernas e subiu no sofá, ficando de joelhos. Ela segurou os meus ombros para se equilibrar e desceu o corpo devagar, guiando-me com a própria mão para dentro dela.
Assim que a ponta do meu membro roçou na sua intimidade, percebi o quão encharcada ela estava. Eu não tinha sido o único a ficar absurdamente excitado com aquela demonstração de dominância.
— Ah... — suspirei alto, jogando a cabeça para trás em puro alívio quando ela afundou o quadril, engolindo-me por completo.
A sensação de estar totalmente dentro dela, preenchendo aquele espaço apertado, quente e úmido, foi tão intensa e maravilhosa que tive que apertar os dentes, fechar as mãos em punhos e segurar a respiração com força para não gozar ali mesmo, logo nos primeiros segundos.
Rubi deslizou as mãos até a minha nuca, enroscando os dedos nos meus cabelos curtos, e colou os nossos lábios em um beijo profundo, molhado e faminto. Ela começou a se mover. Lenta e torturantemente. Subindo e descendo no meu colo, ditando o seu próprio ritmo.
Agarrei os quadris fartos dela, deixando que ela fizesse o trabalho, apenas sentindo o atrito perfeito.


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Os comentários dos leitores sobre o romance: Senhor CEO, sua esposa gorda virou uma DEUSA!