POV: DOMINIC FERRARO
Minha mão desceu pela barriga dela, sentindo a musculatura que eu ajudei a definir tremer sob o meu toque. Deslizei os dedos para baixo até encontrar a sua intimidade. Ela estava lisa, encharcada. Acariciei o clitóris com a polpa do polegar e Alessia soltou um gemido agudo que vibrou contra o meu peito. Desci a mão para as suas coxas e as apertei, sentindo a firmeza da carne. Afastei as pernas dela com os meus joelhos, abrindo um espaço generoso entre aquelas coxas grossas e brancas que agora me emolduravam.
Beijei-a desde o pescoço, descendo pelo abdômen até chegar à virilha. Distribuí beijos lentos e possessivos por toda a extensão das pernas, marcando o interior das coxas com os meus dentes. Ela era impecável. A pele tão clara fazia com que a intimidade dela se destacasse como uma ferida aberta e pulsante: os lábios carnudos, levemente rosados, brilhavam pela umidade que já escorria sem controle, deixando um rastro de brilho sobre a pele alva.
Passei a língua devagar, sentindo o gosto dela — um sabor de vida, de pecado e de uma doçura que me entorpecia. Tracei o caminho desde o topo do clitóris até a entrada apertada. Alessia arqueou as costas contra o colchão, as mãos agarrando os lençóis com uma força desesperada. Pressionei minha língua contra o seu centro e a movimentei em círculos, friccionando o clitóris com uma pressão constante, enquanto minhas mãos apertavam suas coxas para mantê-la aberta para mim. Tinha um gosto melhor do que o melhor uísque que já provei; era viciante.
Puxei o corpo para baixo, querendo me enterrar nela, e assim fiz. Afundei minha língua na abertura dela e Alessia soltou um grito abafado, as unhas cravando no linho da cama. Comecei a chupá-la com uma fome voraz, movendo a língua de forma rítmica e profunda por sua abertura. Quanto mais eu explorava aquele calor úmido, mais os gemidos dela aumentavam de volume, preenchendo o quarto e ecoando na minha mente como uma melodia de guerra e rendição.
— Você está muito molhada, principessa — rosnei contra a pele sensível da sua vulva, sentindo o perfume intoxicante da sua excitação.

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